A melhor Sele-Fogo de todos os tempos

Time de beldades alvinegras selecionadas criteriosamente para honrar a Sele-Fogo de todos os tempos durante a feira Soccerex 2011, que acontece no Rio de Janeiro. Equipe passa a ser fixa para representar o Fogão em eventos importantes pelo país e no exterior, homenageando nas camisetas os maiores ídolos botafoguenses.

Piquet velho de guerra

Para celebrar os 30 anos do seu primeiro título, o tricampeão mundial (1981-83-87) Nelson Piquet deu algumas voltas no circuito com o antigo Brabham-81. Mostrando que continua irreverente como nos tempos de piloto, na última volta ele pegou uma bandeira do Vasco, seu time do coração, e agitou para a torcida paulistana.

“Não deu para escutar de dentro do carro, mas acho que fui vaiado”, brincou o ex-piloto, que apesar de alguns apupos de corintianos, foi muito aplaudido pelo público em geral. Aos 59 anos, Piquet não escondeu a emoção de voltar ao cockpit de um F-1 20 anos após sua aposentadoria da categoria. “Cinco dos meus sete filhos vieram aqui para me ver correr. Eles nunca tinha me visto num F-1”, comentou Piquet. (Com informações do Globo On-Line)

Coluna: O desafio tunante

Por antecipação, como convém aos grandes, a Tuna garantiu ontem sua volta à elite do futebol paraense. O time que venceu o Castanhal e conquistou 14 pontos em 18 disputados obviamente dá para o gasto, mas terá que ser reforçado para a fase principal do Parazão. Mesmo com as dificuldades financeiras vividas pelo clube, Samuel Cândido conseguiu trazer bons jogadores e deu um formato competitivo à equipe, mas sabe que o elenco é limitado para o torneio principal.
Ao final da partida, enquanto torcedores e dirigentes comemoravam o feito, veio do técnico a análise mais realista da situação. Samuel aproveitou para lembrar a necessidade de união das correntes políticas do clube – que passará por nova eleição nas próximas semanas – em torno do objetivo de dar à Tuna condições de permanecer na primeira divisão.
Apelou à colônia lusitana para que apóie o centenário clube de maneira ainda mais efetiva e volte a participar de sua gestão. O exemplo da Portuguesa de Desportos, campeã da Segunda Divisão e classificada para a Série A 2012, foi usado pelo treinador para conclamar os cruzmaltinos a ajudarem a Tuna a readquirir o poderio técnico que sempre teve.
Na verdade, um clube que se tornou referência na formação de jogadores desde sua fundação não pode depender de refugos de outras equipes para sobreviver. Ao longo da última década, a Tuna foi perdendo essa característica, aparentemente cansada de revelar atletas que acabavam ganhando outra destinação sem que o clube pudesse lucrar com eles.
Por sorte, a presença de Samuel no Souza, ele mesmo um ex-jogador do clube, coincide com a retomada das divisões de base da Lusa, movimento impulsionado pelo trabalho de nomes como Antenor e Bosco. Caso consiga estabelecer um vínculo entre as categorias de formação e o elenco profissional, logo a Tuna poderá vir a se beneficiar, tanto no aproveitamento de bons valores como na negociação com outros clubes.
Antes, porém, terá que montar um bom elenco para o campeonato que começa em janeiro. O tempo é curto, a grana também, mas a presença de um técnico comprometido com o projeto é o primeiro passo para uma boa campanha. (Fotos: MÁRIO QUADROS/Bola)

 
 
O gol vascaíno no apagar das luzes do clássico contra o Fluminense adiou para a rodada final a decisão do Campeonato Brasileiro. Sem dúvida, um prêmio para a edição mais equilibrada de todas, desde que o sistema de pontos corridos foi adotado.
Depois da vitória sobre o Figueirense, o Corinthians permanece favoritíssimo, precisando apenas do empate para festejar o título. O problema é que terá pela proa o Palmeiras, seu mais tinhoso adversário. Clássicos, como se sabe, não costumam ter favoritos destacados.
Acontece que o Vasco terá batalha ainda mais terrível, contra o rival Flamengo, empenhado em garantir participação na Libertadores. Que a arbitragem (horrível no clássico Vasco x Flu) não atrapalhe a emoção das torcidas no próximo domingo.   
 
 
Direto do blog

“O paraense gosta de teorias conspiratórias, especialmente com essa síndrome de perseguição construída por nossas elites. Ultimamente, as teorias conspiratórias têm rondado em demasia os torcedores do PSC. Perdem pro Remo e a culpa já foi até de S. Pedro. Perdem o acesso à Série B e a causa sempre é ligada à falta de pagamento ou coisas do gênero. Nunca é pela incompetência. O Pará está precisando sair do divã.”

Por Cássio de Andrade, desvendando a alma boleira do paraense.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta segunda-feira, 28)