Edinaldo, lateral-esquerdo do Remo, continua hospitalizado, depois de ter sofrido agressão de policiais militares na madrugada de segunda-feira, durante festa numa casa noturna da Marambaia. O jogador sofreu traumatismo cranio-encefálico em função das pancadas.
Segundo informações da Rádio Clube, Edinaldo estava na festa ao lado do irmão mais velho. Surgiu um bate-boca com policiais que trabalham na boate e o jogador remista terminou agredido com duas coronhadas na cabeça. Desmaiado, Edinaldo foi levado ao PSM. Os militares foram identificados e serão submetidos a um inquérito policial militar (IPM) na corporação.
O médico do Remo, Ricardo Ribeiro, prestou atendimento ao jogador, que foi atendido inicialmente no PSM da 14 e deverá ser transferido para uma clínica particular depois de fazer um exame de tomografia. “Temos que saber como está a real situação do trauma sofrido pelo Edinaldo. Só a partir dessa tomografia ele será transferido do PSM da 14”, disse Ribeiro.
O contrato do atleta com o Remo vai até 30 de abril e o auxiliar técnico de Paulo Comelli, André Chita, já se manifestou contrário à renovação, em função do histórico de problemas disciplinares envolvendo Edinaldo.
Evento lamentável sob todos os aspectos. Tomara que o Clube do Remo não abandone à própria sorte o ser humano Edinaldo.
CurtirCurtir
É, Antonio, e tomara que o ser humano Edinaldo não abandone de vez a carreira no futebol.
CurtirCurtir
Sabe, Gerson, minha impressão é que, agora, diante deste gravíssimo problema de saúde, o jogador Ednaldo é aspecto de somenos importância. Não só porque, ele próprio, parece não se interessar muito em ser jogador profissional, mas também porque se ele não se recuperar, continuar jogando nem é de cogitar. O que agora me parece importante mesmo é o Edinaldo recuperar a saúde, e, nisso, numa atitude de grandeza, o Clube do Remo pode ajudar, independentemente do histórico do jogador e do ofício a que o Edinaldo venha a se dedicar no futuro.
CurtirCurtir
Coitado do MISTURADO,e olha que o fisico dele é de borboleta,é muita covardia desses policiais.
CurtirCurtir
Coitado mesmo do misturado.
CurtirCurtir
Acho que esse apelido de “misturado” serve para falar sobre as misturas alcoolicas que ele devia ou deve fazer…Te dizer!
CurtirCurtir
Gerson,infelizmente ednaldo não tem ou não teve,um acompanhamento de um profissional que vise protejas e instrui-lo,como por exemplo um terapeuta um psicólogo.
Esse é o resultado.
CurtirCurtir
já abandonou isso sim, sabemos que uma grande parte dos atletas fazem isso em suas folgas, mas esse rapaz já estava de mais, o remo quiz tentar dar uma segunda chance, ele não soube aproveitar, jogadores que deveria aproveitar as oportunidades dadas a eles de tentarem mudar o seu futuro com o futebol e acabam nisso, empreagados, espancados e manchando o nome da instituição clube do remo, que ele agora faça da vida o que bem entender longe do clube que tentou o ajudar.
CurtirCurtir
Colegas, espero que o ser humano ednaldo se recupere prontamente.
Por outro lado, como jogador de futebol já provou que não é lá essas coisas. em breve estará jogando nos clubes pequenos do estado.
CurtirCurtir
Gerson, fiquei estarrecido ao assistir ontem o programa de esporte local da RBA ao meio dia , o Tomazzo falou que o culpado foi o clube ao dar 2 dias de folga aos jogadores, nas palavras dele o certo era ter dado somente o domingo, agora amigo antes de mais nada onde está o profissionalismo do atleta, a responsabilidade e o compromisso com o clube, nada justifica o que o Edinaldo fez, nem interessa se a briga não foi com ele, o que ele estava fazendo lá , ainda mais saindo às 5 da manhã, sabendo que a reapresentação seria à tarde, são jogadores assim que não tem uma carreira longa, ele não foi o primeiro e nem será o último.
CurtirCurtir
Mais eu vou lhes dizer em, se essa moda pegar de bater em jogador em festas de forro, aparelhagem, de reggae, os pronto-socorros, postos de saúde, e hospitais de Belém, vão ficar lotados.
Pois já vi, muitos jogadores em festas em bares e, boites e todos com suas latinhas de gelada nas mãos. Quem sabe os dois policiais, torciam ou para o Remo ou para o Paysandu e, reconheceram o Edinaldo, que de atleta não tem nada e sim de um bom degustador de cavada, e acabaram baixando o cacete no mesmo, pelo simples fato de que, jogador de futebol profissional, não deve ficar ate altas horas da madrugada em uma festa, ou em qualquer lugar que tenha bebidas alcoolicas. Minha opnião doa à quem doer!
CurtirCurtir
ALEGRA-ME saber da opinião de alguns dos diletos comentaristas que por aqui costumam opinar pois vejo que são solidários ao ser humano. Não é o caso agora de se discutir se ele estava certo ou errado, no lugar certo ou errado, se era mau ou bom, o que vale agora é o lado humano.
É fácil chutar quem já está no chão. Difícil mesmo é ajudá-lo, cuidar da sua saúde, dar-lhe apoio psicológico, espiritual etc.
CurtirCurtir
Valentim, que bom agissem assim, tentando entender uma marcação do arbitro quando de um equivoco cometido pelo mesmo…rsrsrs….é muito facil jogar pedra no homem de preto quando ele erra..ele é humano tambem…
CurtirCurtir
Isso aí não vai servir de lição para o Edinaldo. O cara vai continuar sendo jogador profissional e nas horas vagas grande baladeiro.
CurtirCurtir
Há um aspecto que não pode ser deixado de lado, independente da postura do jogador. Pelos relatos descritos na imprensa, o jogador estava acompanhado de um irmão e de amigos e foram violentamente agredidos sem nenhuma relação com o conflito generalizado ocorrido no tal estabelecimento comercial. É imperioso investigar o fato, pois pelo quadro apresentado, foi uma agressão covarde de policiais que estavam fazendo bico no local, o que é proibido por lei. A Corregedoria da PM deve atuar sim com rigidez, pois um cidadão foi tratado como bandido (se é que bandido também mereça tal tratamento) e revela o grau de violência que está se assistindo dos aparelhos policiais no Pará. Recentemente, uma servidora pública foi espancada por policiais na frente de sua residência e na semana passada, um líder operário sofreu abuso de um policial em frente às câmeras, por estar protestando por atrasos de salários em frente a uma construtora. Isso sim deve ser apurado, independente se a vítima era ou não jogador de futebol. Como Ednaldo não é marginal, portanto, não está acostumado a essa violência policial, sofreu com as coronhadas, e lamentavelmente, alguns comentaristas esportivos, de forma até hipócrita, só levaram em consideração o aspecto anti-profissional do jogador. O amigo Carlos Freitas, que até admiro, foi infeliz em sua coluna em O LIBERAL, praticamente justificando as “coronhadas” sobre o rapaz. Onde estamos, pessoal, na barbárie?
CurtirCurtir
sou bicolor mais lamento muito o acontecido com esse rapaz, que não está sabendo valorizar uma carreira de jogador profissional, e lamento também a atitude do tecnico remista que de forma desumana afastou logo o rapaz sem saber o seu verdadeiro estado de saúde, quem tem um tecnico desse não precisa de inimigo.
CurtirCurtir