A título de recordação, um antigo colaborador do blog chama atenção para um determinado período da história do nosso futebol. Em 2002, quando o Paissandu chegou ao topo de sua história tornando-se Campeão dos Campeões e classificando-se para a inédita disputa da Taça Libertadores. “Alguém lembra da defesa do Cruzeiro nos jogos finais do torneio? Pois é: Jefferson (Botafogo e Seleção Brasileira); Maicon (Inter de Milão e Seleção Brasileira), Luizão (Benfica e Seleção Brasileira), Cris (Olimpique de Marselha e ex-Seleção Brasileira) e Jorge Wagner (ex-São Paulo)”, escala, sem pestanejar.
De fato, eram bons tempos aqueles, diriam os saudosistas mais lúcidos.
Outro fato importante: como era constituída a Diretoria do Paissandu? Vamos à escalação:
Presidente: Arthur Tourinho (hoje presidente da Jucepa).
Vice-presidente: César Neves (hoje presidente da Unimed Belém).
Diretores de Assuntos Jurídicos: Alberto Maia, consagrado advogado trabalhista, que tinha a assessoria de José Mauro Couto Filho (filho do advogado particular do presidente da CBF, Ricardo Texeira).
Diretor de Futebol Profissional e Amador: Paulo Oliveira (professor da UFPA e sócio da maior construtora de pontes do Pará).
Diretor Médico e Diretor Náutico: Joaquim Ramos (conceituado médico ortopedista e sócio do Hospital Porto Dias).
Relações Públicas: Carlos Estácio (veterano cronista esportivo, pertencente à equipe da Rádio Clube).
Diretor de Informática: Abibe Ferreira Jr. (hoje superitendente geral do Aeroporto do Galeão, no Rio, o mais importante do país até a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016).
Ouvidor: José Ângelo Miranda (ex-secretário estadual de Esporte e Lazer e atualmente vice-presidente da FPF e diretor financeiro da construtora Leal Moreira).
Será que as conquistas daquele período foram produto de puro acaso?
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