Assaltantes levam R$ 18 mil da sede do Remo

Dois homens armados assaltaram, por volta de 14h desta sexta-feira, a sede social do Remo levando cerca de R$ 18 mil do dinheiro da venda de ingressos. No momento do assalto, cerca de 100 pessoas estavam nas filas para compra de ingressos. Um dos assaltantes chegou a apontar a arma para o diretor Max Fernandes. O caso foi registrado na Seccional de São Brás.

28 comentários em “Assaltantes levam R$ 18 mil da sede do Remo

  1. Lembro de um que ocorreu na própria curuzú. Na ocasião teve até um dirigente do paysandú que levou um tiro na perna durante o assalto, como era o nome dele mesmo? Mas neste caso a que me refiro, tenho quase que certeza que já não foi mais na gestão Rabelo.

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  2. DIZ o DOL:

    “Seis integrantes do “CQC”, da Band, foram presos por volta das 17h desta sexta-feira (11), na rua Oscar Freire, em São Paulo. Eles estavam vestidos como policiais e ofereciam produtos que afirmavam ter sido roubados.”

    Virou bagunça este Brasil que nem Polícia é respeitada.

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  3. Antonio, o assalto ocorreu na gestão do Geraldo Rabelo. Noticiamos isso, à época, no programa Barra Pesada, que fazia grande sucesso então na TV RBA.

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  4. Gerson e amigos, o amigo Valentim, falou uma coisa muito certa: Ingressos para jogos de futebol de Remo e Paysandu, tem que ser vendidos em Farmácias, Lotéricas,… e, ainda, aceitar cartões de crédito. Acredito sim, que é falta de profissionalização desses dirigentes, bem como fala o Valentim. Penso que Remo e Paysandu, tem que se profissionalizar, em todos os sentidos, ou então, continuarão a serem roubados, em todos os sentidos, também.

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  5. Compra com Cartão em débito na conta. Pronto! Sem atropelos em Farmácias como bem citou o Valentim. E outras alternativas, sem expor inclusive o torcedor a essses riscos. Mas aí para eles, os dirigentes, não seria interessante.

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  6. Concordo com os dois últimos comentários. Vou escrever um pouco de meu comentário anterior em outro assunto: esse negócio de vender ingresso na porta de estádio não existe mais. Na Europa e nos EUA, quem quiser comprar um ingresso é só usar a internet e imprimir o ingresso. Para pagar, basta usar boleto, cartão de crédito, cheque ou débito automático. Só mais um exemplo: na cidade de SP não se paga ônibus ou metrô com dinheiro. É tudo com vale. Nosso futebol ainda tem traços de amadorismo.
    Onde está o dinheiro?
    O gato sumiu, o gato sumiu, ninguém olhou ninguém viu
    O gato sumiu, o gato sumiu
    E o seu paradeiro está no estrangeiro…

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  7. Já aconteceu outras três ocasiões no Paysandu. Na gestão Ruy Salles (cerca de 100 mil reais), na gestão Geraldo Rabelo também e igualmente na administração Tourinho, quando este, sabe-se lá por que, levava a renda de um jogo para casa e foi interceptado por ladrões. Nos três casos houve intensa discussão e descrença nas versões apresentadas. No Remo, ao que parece, ninguém levanta suspeitas…

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  8. Aqui no Pará ainda se vende ingresso na porta de estádio porque isso facilita a vida dos cambistas (que dividem os lucros com os clubes). Por que a BWA não trabalha mais com os clubes? Por que não se contrata uma outra empresa? Por que a Big Ben e a Farma Penna desistiram de vender ingressos para eles?

    A Federação tem uma máquina de imprimir ingressos, mas os clubes recusam-se a utilizá-la, preferindo imprimí-los no Rio Grande do Sul. Será que a FPF não é séria? Ou, por outra, será que a FPF é séria e os clubes não querem trabalhar com ela????

    Em todos os jogos na Curuzu e no Baenão observamos clara evasão de renda. Em alguns casos o estádio encontra-se lotado e o público divulgado é pouco mais da metade do público real. Fica evidente a participação de dirigentes na evasão de renda. Agora, se o dinheiro vai para o clube é outra estória…

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  9. Um dos elementos que participou do assalto mora aqui na ruas dos tamoios, o nome dele é jachson, velho conheçido da poliicia recentemente saiu do presidio de marituba, mora na tamoios com a beira mar na vila nazare ele e sua mae a rosinha tambem sao traficantes no setor, sei por que sou quase vizinho ouvir tudo, liguei no 190, a pessoal me perguntou se eu tinha como provar, porra pra que serve policia nesse pais é pra investigar ou é a população que tem que fazer o papel de policia

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  10. CONFIRMO meu comentário ontem neste blogue, tbém no twitter e no blog do DJ Leão.
    CONFORME tenho batido nessa tecla, empunho a bandeira da gestão profissional no futebol.
    UM CALENDÁRIO, que há tanto se reivindicava a nível de Brasil, já existe. TAMBÉM deve ser feito a nível de FPF, e com isso os clubes – mandantes – negociarem ingressos antecipadamente, em pacote ou individual.
    VENDAS em redes comerciais, ag. lotéricas, utilizando todas as formas de pagamento (cartão de crédito para mais 1 ingresso).
    E ALGUÉM ainda pergunta se havia segurança. O problema não era esse, e sim a falta de planejamento, de gestão profissional mesmo.

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  11. Desculpe, mas o desfecho da sua mensagem é válida somente no seu modo de pensar. Eu perguntei ao Gerson se havia segurança, ficando sabendo lendo outras materias sobre o ocorrido que depois da porta arrobada é que reforçaram, pois era quase queinexistente, Até delegado de polícia, que não estava de serviço pois se encontrava no local por outra razão, foi vítima dos larápios. Como militar que é deve saber que segurança é imprescindível onde corre muita dinheiro. Ou estou errado?

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  12. O AMIGO Carlos Berlli não compreendeu bem o último parágrafo, pelo que vi.
    SE ALGUÉM pergunta se havia segurança, implicitamente está concordando com o amadorismo, ou seja, está certo vender ingressos na sede desde que tenha a devida segurança.
    A MINHA crítica é porque isso – a indagação sobre a segurança – mascara e atenua uma questão maior, que nem todos conseguem visualizar – a gestão amadora.

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  13. Outra vez não concordo. Não se trata de concordar ser o local adequado ou não para essa prática. Claro que não é e foi alvo de críticas aqui mesmo no blog e sugetões mil, agora já que o Cabeça não tem cabeça para melhor planejar, como ocorre também na Curuzú, deixo bem claro isso, que se preocupasse com o resguardo de todos e a segurança que ato requer. Se saisse esse prejuízo do bolso do presidente, tenho certeza que não optaria pelo local e pensaria mais série neste caso.

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