Pôquer, o caro hobby de Luxemburgo

Palmeiras, Santos, Atlético-MG e, finalmente, Flamengo. Vanderlei Luxemburgo comandou os quatro clubes de 2008 para cá, e o fato comum neste período é a prática e o gosto cada vez maior do treinador por pelo pôquer que poderia estar por trás de sua queda de desempenho. É o que relata a Revista ESPN de novembro que chegou às bancas nesta quinta-feira.

Dono de cinco títulos nacionais, o técnico não sabe o que é reconquistá-lo há quase seis anos e acumulou nos últimos três apenas dois estaduais. Coincidência ou não, a rotina de trabalho do carioca passou a ser questionada neste intervalo, pelo menos no Palmeiras e no Santos.

No clube alviverde, os treinos matutinos rarearam ao mesmo tempo em que a jogatina de Luxemburgo aumentou, sempre segundo a Revista. O fato deixou os cartolas descontentes. No clube alvinegro, a prática do jogo continuou. E o treinador insistiu em manter Paulo Henrique Ganso e Neymar entre os reservas.

Já em Minas, foi o próprio dono do banco BMG [que bancou a ida de Luxemburgo para o Atlético-MG], Ricardo Guimarães, quem apresentou o técnico às mesas de pôquer em Belo Horizonte. Em uma das disputas, na casa do ex-presidente atleticano, o treinador teria perdido R$ 1 milhão. Luxemburgo deixou o clube na zona do rebaixamento no Brasileiro.

Além de o jogo poder estar por trás da queda de rendimento, Luxemburgo também não demonstra muita habilidade nas mesas. Em Minas, em 2009, na casa de Ricardo Guimarães, chegou a perder R$ 1 milhão em apenas uma noite. Outra vez, em São Paulo, junto com Carlos Alberto (hoje no Vasco) e Denílson, teria perdido R$ 200 também em uma única noite.

3 comentários em “Pôquer, o caro hobby de Luxemburgo

  1. Ele sempre foi jogador (mais de baralho) desde a época em que era um medíocre lateral – esquerdo do menguinho a evolução dos tempos e o dim-dim fizeram a passar a jogar pôquer, já que naquela época era apenas uma canastra ou pif-paf.

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