Adeus a um defensor dos sabores do Pará

Morreu, na madrugada desta quinta-feira, o chef de cozinha Paulo Martins, um dos grandes mestres dos sabores regionais, responsável por inovações que transformaram tradicionais iguarias paraenses em aclamados pratos nacionais. Arquiteto de formação, Paulo assumiu a cozinha em 1972 quando abriu um restaurante no porão da casa dos avós e deu o nome de “Lá em Casa”. Somente em 1980, porém, Paulo trocou de vez a arquitetura pelas receitas, engajando-se na causa nobre de divulgar mundialmente o Pará através de seus muitos sabores. O chef era diabético e morreu em consequência de complicações causadas pela doença. O velório acontece na capela do Recanto da Saudade e o enterro será às 16h no cemitério de mesmo nome, em Ananindeua.

9 comentários em “Adeus a um defensor dos sabores do Pará

  1. É com grande tristeza que tomo conhecimento do falecimento desse grande paraense, divulgando nosso estado em todo o Brasil, com a sua alta cozinha. Tanta gente para ir para outro lado, mas Deus escolheu Paulo. Uma grande perda.

    Curtir

  2. Sem dúvida, uma perda para a cultura e principalmente para a gastronomia amazônica, que ganhou importância nacional a partir do trabalho de Paulo e de sua mãe, Ana Maria, também já falecida.

    Curtir

  3. À partir de Paulo Martins, o Pará passou a ser visto com outros olhos pelos grandes Chefs da cozinha nacional e internacional, é uma grande perda, mas certamente seu trabalho será lembrado e reconhecido. Marece uma homenagem de todos nós, paraenses.

    Curtir

  4. Com Paulo Martins a culinária paraense deixou de ser uma ilustre desconhecida, Saiu das cozinhas domesticas e alcançou paladares mais refinados. Reconheçamos.

    Curtir

  5. O Paulo agora deve estar muito feliz, depois de ter reencontrado a Dona Ana Maria, e os dois já devem estar preparando um banquete divino para assistir o Círio lá de cima.

    Curtir

  6. Concordo, Klaus. Nosso grande chef partiu, prematuramente (como sempre dizemos de pessoas muito queridas), deixando saudades e um imenso vazio criativo na cultura gastronômica da Amazônia. Que Deus o tenha.

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s