Papão faturou R$ 86 mil contra o Mundico

A assessoria de imprensa da Federação Paraense de Futebol informa que a renda total de Paissandu x São Raimundo, domingo, na Curuzu: R$ 151.848,00. Descontadas as despesas (R$ 65.298,57), restou R$ 86.549,43. Público pagante: 7.877. Com 710 credenciados, público total foi de 8.587 pessoas. Um excelente público, que praticamente lotou o estádio alviceleste, que parece encolher a cada dia.  

No flagrante abaixo, do fotógrafo Tarso Sarraf (do Bola), garotos que entraram em campo como mascotes do Papão dão péssima demonstração de espírito esportivo, xingando e hostilizando o técnico visitante Sebastião Rocha. A arte de bem receber, desde criança, se aplica também ao esporte. E nunca se deve esquecer que isto é apenas futebol.

19 comentários em “Papão faturou R$ 86 mil contra o Mundico

  1. Tenho certeza que esta sua matéria vai servir de lição. Temos que considerar o alvo para saber se será bem aplicada a vaia. No caso de um GIBA seria concveniente, afinal criança não é boba. No mais o manifesto foi um reflexo dos barbados atrás do alambrado.

  2. A medida que essa torcida aquece o caldeirão, para nossa satisfação, altera o comportamental de alguns azulinos que chegam a implorar que eu seja calado. Rafael Souza, ser bicolor é isso aí, a resposta é coletiva. Saudações de um papa títulos.

    1. Concordo, mas sem felinos, pelo amor de Deus. Nem bolsa grande. No máximo uma boceta. (pequena bolsa).

  3. Sei não, mas não vejo na foto violência nem hostilidade dos moleques. Vejo uma cena onde quase todos sorriem, inclusive o Sebastião Rocha, embora não dê para ver seu rosto de frente, imagino que ele levou na esportiva.

    1. Concordo, também acho que o cara tá é dando risada. O pessoal tá maldando, como dizem por aí. Aliás, parece clone do Espinosa.

      1. A reação do Sebastião Rocha é constrangida, mas a molecada estava xingando mesmo e vaiando. Uma hostilidade boba, certamente copiada dos marmanjos postados lá atrás.

    1. Pô! Essa ensinuação foi mais agressiva NERUASTRO. Nem brincando faça essa comparação.

  4. Gerson, sugiro adcionar ao blogroll: blogflanar.blogspot.com. Dê uma checada, certamente gostará, inclusive pela veia petista dos blogueiros, se é que ainda não conhece.

  5. Berlli, só dei uma sugestão lembrando que GN é PT, mas já declarei mais de uma vez por aqui meu voto NULO, embora de família petista, irmão de uma militante incansável. Em tudo que gosto ou faço pode crer que não tem política no meio, não essa cheia de paradoxos, conchavos, maracutaias…quando tem política neste blog não participo da conversa. “Se gritar pega ladrão, não fica um meu irmão, se gritar pega ladrão.” Enquanto isso, sigo no meu trabalho nos hospitais do SUS, onde já vi mandar PSDB, PT (ocasião em que recusei DAS), PMDB e penso que quem tá de alguma maneira no dia-a-dia do povo, como eu, e não apenas vê ou lê, pode atestar a piora progressiva da saúde pública, que nada mais reflete do que a igual situação da educação, segurança, habitação, emprego. E sabe quando que essas áreas básicas eram melhores? No regime militar, talvez porque o orçamento da União não fosse tão “desviado”. Não, nada de ditadura, mas não se pode negar que a almejada liberdade política, associada a uma paradoxal obrigação de votar remanescente da própria ditadura, gerou muita impunidade, muita frouxura dos mecanimos de vigilância e punição dos políticos e a consequente enxurrada de fatos novos relacionados à corrupção, já nem cabendo os termos direita ou esquerda tamanha simbiose nojenta e promíscua, e sendo muito bem aplicada a expressão “é tudo farinha do mesmo saco”. Passados anos parece que a coisa começou a melhorar – maior transparência dos orçamentos de campanha, lei de responsabilidade fiscal, fidelidade partidária, ficha limpa. Voto facultativo seria uma boa, pois enquanto obrigados a votar os marginalizados nada mais são do que massa de manobra, e que no final, em sua grande maioria não evolui em absolutamente nada , poucos, por exemplo, chegando às Universidades – mas que político por eles eleito, mas não para eles eleito, vai se importar com isso? Pode parecer anti-democrático, mas só se poderia votar a partir de determinado nível de instrução, para quem sabe ao longo dos anos se criar governantes realmente capacitados para o bem e daí se universalizar, e não tornar obrigatório, o voto. Do jeito que tá parece que nada mudará, nunca, não sendo à toa que muito se ouve falar que os versos de Cazuza, Renato Russo e outros se aplicam cada dia melhor aos dias de hoje quando tratam de política, governo, etc. Educação é a base de tudo e tem que começar de cima pra baixo, não tem outro jeito, Lula é uma exceção no mundo todo, um cidadão sem “estudos” que chegou à condição de líder democraticamente, mas que inteligentemente reviu muitos conceitos dos quais se utilizou para subir, o que inclusive contribuiu para surgir o PSOL, e mais inteligentemente ainda, se lixou para Zé Dirceu, Genoíno e cia. Em tese, quem não entra na faculdade não é tão preparado pra escolher governante quanto quem entra, mas enquanto o voto for obrigatório tanto faz – e tome gente surgida do nada ganhando eleição, enquanto os Jordys da vida reunem meia dúzia de esclarecidos pra nada. Voto NULO, enquanto obrigatório! Se não fosse obrigado eu iria lá dar uma força pra alguém, deve haver um em quem se possa votar com confiança e esperança. Será?

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