Por Juca Kfouri
Inter está a um empate, no Beira-Rio, na quarta-feira que vem, do 14º. título brasileiro na Libertadores.
Sim, é verdade, os argentinos já ganharam a taça 22 vezes.
Mas o Inter está também a um empate de ser bicampeão da Libertadores, o que o igualará ao Santos de Pelé, ao Cruzeiro e, mais importante do que tudo, ao rival local, ao Grêmio. A vitória de virada ontem à noite, em Guadalajara, por 2 a 1, com gols do amuleto Giuliano (foto) e do zagueiro Bolívar — apelido mais adequado impossível para uma taça do continente de Simón Bolívar, o grande libertador venezuelano — foi daquelas dignas de um campeão.
O nome de Bolívar é Fabian Guedes e o apelido é em homenagem ao pai, o ex-zagueiro Bolívar Modualdo Guedes, que foi campeão paulista pela Inter de Limeira, em 1986, além de ter jogado em clubes como o Grêmio e a Portuguesa e pela seleção olímpica do Brasil que disputou os Jogos de Munique, em 1972. Bolívar, o filho, já ganhou bem mais que o pai, pois é tetracampeão gaúcho pelo Inter, além de campeão da Libertadores de 2006 e da Taça Sul-Americana, em 2008.
E está em vias de ser bi da Libertadores.

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