Há 96 anos, um assassinato abria a I Guerra Mundial

No dia 28 de junho de 1914, Gavrilo Princip, estudante sérvio, matou a tiros Francisco Fernando, arquiduque do Império Austro-Húngaro. O ato provocou uma série de eventos que culminaram na Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Hoje, o conflito que chegou a ser chamada de “a guerra que acabaria com todas as guerras”, é considerado um prelúdio para o segundo confronto internacional. Uma dica: o livro “Tudo o que Você Deve Saber Sobre a Primeira Guerra Mundial” (ed. Madras, 352 páginas, R$ 49,00), escrito pelo historiador espanhol Jesús Hernández, conta detalhes desse momento decisivo na história do século 20. Além da descrição das batalhas, o volume dedica um capítulo aos mitos criados durante os combates, como as histórias sobre regimentos inteiros que desapareceram misteriosamente.

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8 comentários em “Há 96 anos, um assassinato abria a I Guerra Mundial

  1. Égua! A pimeira guerra é mais nova que o time fúnebre que até hoje não ganhou um título que preste. Vamos guerrear com mais raça mocidade dita “fenômeno azul”.

  2. Entedam a primeira. Aproveitando esta, lembro que depois da 2a guerra o papa títulos descolou. Começou com aquele sabor de açai 7XO até a mais recente da libertadores. Títulos caseiros não conta, é preparativo.

  3. Apesar da Primeira Guerra Mundial ter sido desencadeada após a cadeia de acontecimentos que se seguiram a este assassinato, as origens da guerra são muito mais profundas, envolvendo uma série de questões em torno de políticas nacionais, culturas, economia e uma teia de complexas alianças e contrabalanças que se desenvolveram entre as diferentes potências européias ao longo do século XIX após a derrota final de Napoleão Bonaparte em 1815 e o Congresso de Viena.As razões para a eclosão da I Guerra Mundial são uma questão complexa uma vez que decorrem de uma multiplicidade de fatores tais como: Imperialismo; Disputas prévias não resolvidas; Um complexo sistema de alianças; Governos não-unificados; Atrasos e discrepâncias nas comunicações diplomáticas; Corrida armamentista; Planejamento militar rígido; Movimentos Ultra-nacionalistas, como o Irredentismo. O atentado de Sarajevo é considerado hoje como o estopim da guerra, ou seja, o pretexto que era necessário para o inicio das batalhas, e não como uma causa direta.

  4. Essa Paula Saldanha é fora de série, no bom sentindo. Deu uma aula, parabéns. Só faltou dizer que a vontade de brigar era evidente.

  5. E como diria Eric Hobsbawm, cara Paula, essa guerra “encerrou” o século XIX e “iniciou” o “breve” século XX.

  6. Gérson, de forma prosaica, misturando ficção e realidade, o comediante Jô Soares constrói uma bela narrativa do contexto da primeira guerra mundial e desse episódio do estudante em Saravejo, no livro “O homem que matou Getúlio Vargas”. Cheguei a utlizar trechos dessa narrativa em uma prova de História que elaborar há tempos para o vestibular da UEPA. Do ponto de vista literário, muitos criticam esse livro do Jô, mas sob a ótica da História, é excelente. Lógico está que é preciso um certo conhecimento prévio do episódio, da mesma forma que só se pode assistir o Grande Ditador do Chaplin, se tiver um mpinimo de conhecimento do pré-2ª Guerra Mundial.

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