38 comentários em “Polvo palpiteiro ataca outra vez…

  1. Este polvo só escolheu o LULA (a Dilma) estava com a máscara dele. Como o SERRA tirou ele vai pensar…..

    1. estar cm Lula não significa estar com Dilma, ela não tem carisma político , e não é a mesma pessoa que o Lula, são apenas coligados, e o Lula a apoia pq daqui a quatro anos , irar se canditar e disputando com ela , ele ganha com certeza, e sem sombra de dúvida .

  2. Quem deve ter máscara é você, Berly; tão cego que não consegue ver que o Serra é o FHC uns três anos mais jovem.

  3. Que merdaiada estás a querer fazer, ou camaradada? Com microscópio, que eu saiba, se faz outros exames, não de vista. Continuo achando que deves mudar de oftalmologista. Ou então procurar ler um pouco da história política recente do País. Se é que gostas de política, pois pelas características que apresentas, pareces ser, na verdade, um paladino conservador (para não dizer reacionário). Lamento, mais vais ter que engulir, e no primeiro turno, a companheira Dilma. Rs, rs, rs!

  4. Que merdaiada estás a querer fazer, ò camaradada? Com microscópio, que eu saiba, se faz outros exames, não de vista. Continuo achando que deves mudar de oftalmologista. Ou então procurar ler um pouco da história política recente do País. Se é que gostas de política, pois pelas características que apresentas, pareces ser, na verdade, um paladino conservador (para não dizer reacionário). Lamento, mais vais ter que engulir, e no primeiro turno, a companheira Dilma. Rs, rs, rs!

    1. Entre microscópio e microscópico há muita diferença, procure se inteirar para melhor interpretar o que digo. Engolir a Dilma depois do Lula não será nenhuma tempestade, caso isso ocorra. Serra é outro embrólio, portanto não estou na torcida de nenhum destes coveiros.

  5. Essa foi muito boa, mais já está escrtito e Dilma pra lá, e Ana pra cá! PT 13….

      1. Dessa vez , em parte, eu concordo com o Berlli.
        Dilma pra lá, ok!
        Mas Ana pra Lááááááááááááá loooonge!!!.rsrsr!

      2. Não amigos! Não tem geito, ambas estão eleitas, e pq vc’s não sabem ok, ela faz pelos interiores de nosso estado. Podem esperar mais 4 anos de PT, na presidência e aqui em nossa capital.

  6. Outro detalhe interessante a observar é a peruca da Dilma que, esta sim, deve está fazendo inveja ao Serra. Estou preocupado com a organização da Copa de 2014, ainda bem que Belém ficou de fora.

  7. O problema é que estamos num mato sem cachorro. Secorrer o Serra pega se ficar a Dilma come (no bom sentido).

    1. é verdade , acrdito que a melhor opção pro país seria a Marina Silva, mas falta-lhe parcerias que a elevem para a presidência, quem sabe um polvo .

  8. É realmente uma charge interessante. Tirar a mácara do Sr Lula tem alguns significados, ou seja mostra a sua cara: primeiro é que ele copiou os programas que o antecessor tinha deixado, aliás o que ele praticou foi exatamente tudo aquilo que ele foi contra durante ano, mas o que alguns partidos sempre apoiaram, como exemplo o Plano Real que deu estabilidade econômica ao país. Segundo ele mostra que verdadeiramente, mais uma vez(como no passado) ela fala o que não deve, e indica uma sra. e quem sabe o passado dela, jamais daria seu voto a esta Sra. . Mas por sorte, o molusco brasileiro, é ruim de palpite. Dizia que o plano Real não daria certo, o bolsa escola e outros tantos na era FHC, não dariam certo entre outros, certamente seu palpite para as eleições estarão errados.

      1. Um ditado popular diz: ” maior cego é aquele que não quer ver……”
        Um conselho: Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara.

  9. PAULO SILVA: Os políticos todos são semvergonhas. Eu, diferente de você, olho pelo que o cara fez pela sociedade como um todo. O FHC deu a Telepará ao seu amigo senador Jereissati, e este levou os empregos daqui para o Ceará. Sofremos para resolver um problema com as atendentes virtuais. Neste governo, eu pude reformar minha casa e poderia até comprar uma, pois as parcelas não sobem, baixam, diferente do FHC. Cito só isso. Não estou alegre com o Lula porque ele deu continuidade à mesma corrupção do tempo de FHC. O Serra condenava o programa fome zero e bolsa família, mas agora está dizendo que vai ampliar. Acreditar nesses “homens” é menosprezar nossa inteligência.

    1. Caro Luiz, deve haver algum engano, primeiro lembre que o início da estabilização econômica se deu no governo governo Itamar com FHC Ministro e depois continuou com FHC presidente, sem a estabilização o Brasil não teria sido beneficiado com este crescimento econômico, onde melhora a distribuição de renda , o crédito é facilitado, este crescimento não é somente no Brasil, mas mundial, e se estivéssemos com a infalção sem controle, de nada valeria. Quando você fala da Teleperá, lembre que era uma estatal, analise pelo lado de que uma estatal , desvios de dinheiro, superfaturamento, cargos para plíticos, ou seja , dinheiro meu, seu e de todos , vai para o ralo, sem contar que para você ter uma linha telefônica era muito caro, quanto custa hoje?? eu garanto meu caro que os benefícios foram maiores do que você possa imaginar, sobre o bolsa família o Serra nunca foi contra porque foi um programa criado no governo FHC, aliás quase todos os programas sociais existentes foram criados pelo PSDB, e mais se falas no fome zero , eu lhe pergunto : acabou a fome neste país???? infelizmente as informaçõs não chegam ao povo como deveriam. Sabe qual a diferença entre FHC e Lula: FHC criou políticas e programas de ESTADO, Lula criou programas de GOVERNO, isto é muito diferente.

      1. É caro Paulo, FHC criou “políticas de Estado” mesmo: Estado falido na promoção e gestão da Segurança Pública; Estado falido na promoção e gestão da Educação; Estado falido na promoção e gestão de Emprego e Renda; Estado falido na promoção e gestão da Habitação; Estado falido na promoção e gestão da Saúde Pública; Estado falido na promoção e gestão de Energia (lembram do racionamento de energia elétrica?)…

        PS1: Alguém lembra do famigerado PROER? Não era uma “política de Estado” para salvar interesses privados e escusos do setor financeiro e especulativo (os bancos), usando o seu, o meu, o nosso dinheiro?

        Ps2: Com FHC o Brasil se tornou o país da informalidade… não havia empregos. Se hoje a situação é catastrófica, imaginem nos famigerados anos 90? A fronteira Brasil-Paraguai era o lugar “mais top” do país.

        Ps3: Vender as Estatais “a preço de banana” para “acabar com a corrupção e com a utilização das mesmas como cabide de empregos” sempre foi uma falácia, um discurso inventado para arrebanhar os incaltos. Caso clássico de se por em prática a máxima de “se matar o boi pra acabar com o carrapato”, é o que sempre digo.

        Ps4: E e nem petista ou lulista eu sou…

    2. Daniel, foi no governode FHC em vigor em 2000 a lei de responsabilidade fiscal (LRF), que se caracteriza pelo rigor exigido na execução do orçamento público. A lei limita o endividamento dos estados e municípios e os gastos com funcionalismo público. Isto é plítica de Estado, a oposição, claro ,inclusive o PT, votaram contra. FHC criou o Bolsa Escola, e outros programas sociais destinados à população de baixa renda, que atingiu 4 milhões de famílias beneficiadas (programas que mais tarde seriam transformados em um só pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, com o nome Bolsa Família). Ampliou-se muito, no governo FHC, o investimento privado em educação superior (faculdades e pós-graduação), especialmente pela criação de linhas de crédito para Instituições de Ensino. Houve um salto nos índices de brasileiros cursando nível superior e ensino médio.FHC também investiu em infraestrutura, duplicando importantes rodovias brasileiras: o trecho Belo Horizonte-São Paulo-Curitiba-Florianópolis, de 1290 km , por onde passa grande parte da economia brasileira; e os trechos BR-232 (140 km entre Recife e Caruaru) e BR-230 (132 km entre João Pessoa e Campina Grande), incrementando a economia nordestina. FHC também asfaltou rodovias de terra da Região Norte, para melhorar a economia e a integração nacional: com a Venezuela, ao asfaltar a rodovia BR-174 (988 km ligando Manaus-Boa Vista-fronteira com Venezuela), e com o Peru e Bolívia. Foi na época de seu governo que o termo “BRIC” (Brasil, Rússia, Índia e China) numa referência aos países que despontavam da condição de emergentes para futuras potências econômicas mundiais, e é exatamente o que se vê hoje, e que o Sr Lula , prega como se fosse o autor de toda a façanha, se o país está melhor hoje, não é obra do acaso, alíás começou com Collor quando iniciou a abertura econômica, muita coisa foi feita antes de tudo isto acontecer, prinipalmente a estabilidade econômica que é a maior prioridade de todo governo. Eu também não sou PT nem PSDB, mas procuro verificar sem paixão este País.

  10. E o Lula queria criar uma estatal de segurança para futuramente, acreditando na eleição de Dilma, ser o presidente e atolar a empresa com apadrinhados, mas a mídia reagiu e o congresso acabou com este sonho.

  11. PAULO SILVA: Eu não sou contra a privatização, desde que seja honesta: Vou citar alguma coisa: A Telefonia era a menina dos olhos de FHC (que a ditadura criou com muito custo) e valia 40 bilhões, segundo Sérgio Costa,. Este morreu e essa telefonia foi vendida por 13 bilhões, com alto indice de dispensa de funcionários. E essa diferença pra onde foi?.
    A privatização da Vale do Rio Doce foi mais cruel. Foi entregue por 3 bilhões, pago com o dinheiro do BNDS, nosso dinheiro. Na época a Vale faturava 740 milhões de lucro por ano, ou seja, em 4 anos ela já estaria paga. São esses detalhes que eu não aceito.

    1. Apesar do debate ser interessante, não vou me prolongar muito, mas veja só, quem comprou a Vale foi o Consórcio Brasil, liderado pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), que arrematou o controle da Vale por R$ 3.338.178.240 com ágio de 19,99% sobre o preço mínimo, com o ágio de 19,99%, o valor mínimo da Vale, de R$ 10,361 bilhões, subiu para R$ 12,431 bilhões, ou seja , na época o Governo vendeu somente a parte que lhe cabia, e mais o restante das ações foram vendidas em bolsa, hoje um dos maiores acionistas e a Previ junto com o próprio BNDES , ou seja, de uma forma ou de outra , pertence ao governo, por outro lado a Vale emprega milhares de pessoas, além do mais veja quanto a Vale paga de impostos aos governo e quanto ela corresponde ao PIB brasileiro, quando ao BNDES ele financiou e financia muito no Brasil, veja quem vai financiar a Usina de Belo Monte, O BNDES tem muitas linhas de créditos, com seu , meu , nosso dinheiro, emprestando para muita obra de grande interesse, mas outras tantas duvidosas, a Caixa faz a mesma coisa , o Banco do Brasil idem, veja quantos prédios de luxo são financiados po Bancos, ainda hoje ví na esquina de trav Humaita com a Marquês, um laboratorio sendo construído com dinheiro do nosso Basa. Portanto o debate é interessante, mas é necessário não dizer que FHC , entregou isso ou aquilo, que pouco fez, talvez só o tempo possa revelar a sua verdadeira importância para o momento atual e para o futuro do Brasil que também, por sinal recebeu benefícios de Lula, ou seja todos tem sua parcela de contribuição, uns mais outros menos.

  12. Eu, como educador, não pude deixar de notar esta sua interessante colocação Paulo: “Ampliou-se muito, no governo FHC, o investimento privado em educação superior (faculdades e pós-graduação), especialmente pela criação de linhas de crédito para Instituições de Ensino.”
    E digo que esse é mais um desserviço prestado pelas políticas e programas de Estado da era FHC e que Lula, infelizmente, deu continuidade. Recentemente o Ministério da Educação fez um levantamento – que é feito anualmente, diga-se – que constatou o óbvio: as universidades (e não faculdades) públicas são as melhores instituições de ensino superior do país, concentram em mais de 90% a produção acadêmica nacional através do investimento de recursos públicos diretos via MEC ou por meio das parcerias público-privadas em pesquisa e extensão. De onde se conclui que o governo comete equívocos: ao se revelar tal pesquisa, na verdade um balanço, dado o seu caráter anual, nota-se que o governo ou passa um atestado de burrice e ingenuidade ou de profunda ma fé e dolo… ou então reafirma um paradigma de administração pública no que diz respeito à educação.
    Conclui-se ainda que estes recursos destinados às particulares – originados pelo financiamento público de mensalidades estudantis por meio de bolsas concedidas por programas de Estado para a Educação e que também possibilitam o acesso das instituições educacionais privadas às linhas de crédito – demonstram uma inversão de valores: se as públicas são as melhores IES e concentram a produção intelectual do país, então por que diabos financiar e privilegiar as privadas? Não seria melhor o Estado brasileiro, através de seu governo, financiar e “abraçar a causa” das universidades públicas? Tal procedimento revela interesses que, garanto, não visam garantir uma educação qualitativa e afirmar o seu pressuposto máximo, que diz ser a educação um direito inalienável do cidadão previsto na Carta Magna de 88. O interesse, então, é outro, haja vista que este processo (iniciado pelos militares em 64… É mesmo, em 64! Ou alguém duvida qual dos segmentos, público ou privado, proporcionava a também a melhor educação básica, fundamental e secundarista no país?) transformou a educação em um serviço a ser prestado como outro qualquer. Havia (e há) outros interesses em jogo… e diversos.
    Assim, o tal “Estado Mínimo”, paradigma e expressão pomposa que por si só conferia ao neoliberalismo a síntese da modernidade na administração pública era (aliás, é) um Deus com os pés de barro. E é um contra-censo: ora, se o estado é “mínimo”, e por isso os governo não deve interferir na gestão do estado-nação e nem em sua economia, por que cargas d’água este estado deve dar as concessões aos setores privados, que o vêem como um monstrengo “atrasado”, “paralisado” e “inútil”, para que os mesmos tenham acesso às camadas da sociedade e tornem direitos dos cidadãos em serviços a serem prestados e pagos. E mais, com as garantias e seguros ressalvados pelo mesmo “monstrengo”?
    O tal “Brasil Grande” e moderno, ensejado pelos militares nos anos 60/70, com Collor e FHC, a partir do fim dos anos 80 e por todos os anos 90, foi apenas repaginado: excluiu-se o grande – pois a palavra ensejava o atraso, a burocracia corrupta, lenta e fisiologista, o pouco dinamismo econômico e etc. – e reafirmou-se o “moderno”, desregulamentado, neoliberal, antenado com as novidades da globalização e com a visão do “Eldorado” que ela sedimentou nos nossos corações e mentes por políticos ex-lambedores das botas dos generais e ex-guerrilheiros democratas que haviam “lutado contra a Ditadura”, ao discursarem pelos palanques dos meses de outubro dos últimos 20 anos; e, é claro, pela “Vênus Platinada” a cada edição do Jornal Nacional.
    E vejam só o legado desta “modernidade”: violência; desemprego; caos na saúde e na educação; extrema especulação na moradia e habitação que transformou as cidades em enormes favelões; e uma população que, se está mais instruída – afinal, tem curso superior, porém se está bem instruída é outra questão… – ainda está desempregada e/ou com baixos salários. “E agora José?”

  13. PAULO SILVA: Gostei de sua esposição. Agora quem criou esse preço mínimo? É aqui que mora o perigo. É verdadeiro? Mas já que falaste com propriedade sobre a vale, fale sobre a telefonia, que está na mão de estrangeiros, e nós estamos pagando o triplo do que pagávamos, sem ter a quem reclamar quando se precisa.

    1. Prezado Luiz, a Vale foi avaliada por um grupo de Bancos estrangeiros. Eu até concordo que o valor da privatização foi controversa por não ter levado em conta o valor potencial das reservas de ferro em possessão da companhia na época, apenas o valor de sua infraestrutura, mas veja que hoje a China é um dos maiores compradores de minérios da Vale, só para você ter uma idéia, a Vale carrega navios imensos com minério, estes navios seguem viagem e ficam aguardando a melhora dos preços para descarregar, também contribiu para o sucesso da Vale a excelente administração , inclusive comprando empresas no exterior, o que lhe dá credibilidade internacional. Amigo , hoje quem sustenta o Brasil é o capital estrangeiro, eles não estão só nas telefônicas, mas em vários segmentos, principalmente na bolsa de valores, quando você vê o dólar ao preço de hoje, é porque tem muito capital estrangeiro entranto no país, uns para especular devido as nossas taxas de juro, ourtros para investir, aí eles ganham aqui e o lucro remetem de volta ao exterior, lhe digo, no momento em que os EUA aumentarem as taxas por lá, o Brasil pode até não quebrar, mas a nossa economia vai sofrer bastente, porque eles vão migrar, boa parte do dinheiro que hoje é aplicado no Brasil, para lá, portanto os estrangeiros não podem ser vistos como vilões da alta de preços, é preciso uma reforma TRIBUTÀRIA , diminuindo nossos impostos, veja como exemplo sua conta energia, compare seu consumo e os impostos, vai ver que os impostos são eleveados.
      Apesar de ser um debate interessante, eu sinceramente encerro meus comantários aqui.

  14. PAULO SILVA: Você disse tudo: há controversa. Se você tem um terreno, que vale 100 mil, mas em frente está sendo construido um grande shoping, você venderia esse terreno pelos mesmos 100.000? É só isso que não aceito. Como esses vendedores de patrimônio alheio, não são os verdadeiros donos, vendem por qualquer ninharia (e sempre vendida a um amigo). Veja o Baenão, é a mesma coisa. Vale 52 milhões , mais querem vender por 32. Talvez você queira dizer que o governo não saiba gerenciar, mas por que a Petrobrás dá certo, apesar dos abusos?.

    1. Luiz, a grande controvérsia do valor da Vale, é que os minérios foram avaliados por estimativa, e levado em contra o seu fluxo de caixa e patrimônio, por isso a grande questão do valor, mas entenda: o Governo vendeu somente a sua parte pois era uma empresa de economia mista. O lucro da Vale hoje se dá em função da alta do valor dos minérios, em especial do ferro que nos últimos anos aumentou em mais de 100%. Em relação à Petrobras eu sigo o conselho de um investidor americano que diz: quer investir na Bolsa de Valores, uma das opções é nas petrolíferas, veja só volume de negócios movimentados pela indústria do petróleo no Brasil corresponde a 10% do PIB (Produto Interno Bruto). Em 2008, o faturamento da Petrobras foi de 234 bilhões de reais. E o seu valor de mercado era de 425 bilhões de reais. Naquele ano, a folha de pagamento dos funcionários foi de 8,2 bilhões de reais. A título de comparação a Cosipa, a 42.ª maior empresa brasileira teve faturamento bruto de 8,1 bilhões de reais. O lucro da Petrobras foi de 22,8 bilhões de reais e os investimentos, no ano, de 144 bilhões de reais. Os impostos pagos ao governo atingiram 55,7 bilhões de reais. Na exportação, gerou 28,5 bilhões de reais. O dobro do conseguido pela Vale do Rio Doce que obteve 15,7 bilhões de reais. A Petrobras Distribuidora detém a maior rede de fornecimento de combustíveis e lubrificantes do Brasil, com uma receita bruta superior a 55 bilhões de reais. Do preço final, da gasolina, 32% é do ICMS, 13% da Cide/Cofins, 14% dos distribuidores e revendedores, 9% é do álcool anidro, ficando a empresa com 32%. A gasolina é cara em função da alta taxa de impostos que incidem no preço da bomba. Repito: 32% do preço final é o que remunera a Petrobras, por fim , neste anode 2010, completam 12 anos , veja bem , 12 anos, portanto no governo anterior, que a Petrobrás começou a pesquisar a existência de petróleo debaixo da camada de sal nas áreas exploratórias marítimas das bacias de Campos, Espírito Santo e Santos. Distante 280 quilômetros da costa e ao longo da década, após grandes investimentos e desenvolvimento tecnológico de ponta gerado pelos técnicos da empresa, numa profundidade de 7.000 metros encontrou-se grande reserva de petróleo. Estima-se em 50 bilhões de barris. E a sua exploração, para valer, como expressão econômica ainda demorará muitos anos. Avalia-se otimisticamente que, a partir de 2015 e, seguramente em 2020 a sua exploração atingirá a maturidade. E o valor dos investimentos nos próximos anos para o pré-sal será acima de 600 bilhões de dólares. E o retorno se o barril estiver cotado a 80 dólares, serão 4 trilhões de dólares. Se a cotação for de 100 dólares, serão 5 trilhões de dólares, imagina o que é isso, representando extraordinária oportunidade para o desenvolvimento com justiça social do Brasil nas próximas décadas. Portanto amigo,a Petrobrás tem todas as oprotunidades par aser o que é . Quanto ao campo do Remo, me recuso a comentar, os clubes brasileiros são com as Estatais de antigamente, só vivem no prejuizo. abraços. enecerro por aqui definitivamente

  15. PAULO SILVA: Eu não estou discutindo números(que alías foram preciosos como informação), mas ideologia. Você foi a favor, mesmo com o preço baixo e dinheiro do BNDS. Eu sou contra, pois acho que o governo estaria arrecadando além dos impostos o lucro. O que fizerem com o dinheiro? nada, porque o dinheiro não dava para nada. Aliás essa pergunta sempre fazem ao FHC e ele responde “está lá no tesouro”. Na minha modesta opnião, a vale está criando empregos em outros paises , pois não verticaliza a produção. Encerramos assim esse assunto interessante,

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