O pensamento vivo do chefe da delegação

Por Juca Kfouri

Andres Sanchez, presidente do Corinthians, embarca nesta semana para a África do Sul, onde chefiará a delegação brasileira na Copa. Enquanto se preparava para a viagem, ele falou à coluna de Mônica Bergamo, da “Folha de S.Paulo”. Abaixo, sete das 29 respostas que o cartola deu à jornalista:

Já ouvi o senhor dizer “é só não roubar muito”.
O termo não é esse, vamos dizer assim, publicamente. Mas é ter um limite na vida.

E o senhor disse também que ninguém é santo.
Ninguém é santo. Mas o [que não é] santo não é só por roubar. É por tratar mal as pessoas, não respeitar o ser humano, o ambiente. Não quero dizer que não sou santo porque posso roubar. Estou dizendo num geral de sociedade como um todo.

Na Copa, o senhor vai controlar as baladas dos jogadores?
Se tiver folga e eles forem pra boate, pra discoteca, pro barzinho, pro shopping ou pra igreja, é problema deles.

É melhor balada ou igreja?
De vez em quando, não só os baladeiros exageram, mas também os da igreja. O cara quer rezar de tarde, de manhã, de noite. É difícil.

Na seleção há mais “certinhos”, como Kaká e Lúcio?
Talvez eles não sofram o mesmo assédio dos outros.

O Kaká não sofre?
E qual é o problema de ter mulher? Ainda bem. Já pensou se tivesse homem? Eu prefiro jogador que, se for solteiro, tenha dez mulheres do que um homem.

O senhor é filiado ao PT. Como foi parar lá?
Minha família é de sindicalistas, meus irmãos, meus tios. A gente tem esse lado. Eu sou socialista na essência.

Clique aqui para ler a entrevista completa (só para assinantes) para a coluna de Mônica Bergamo.

4 comentários em “O pensamento vivo do chefe da delegação

  1. Que péssima qualidade de chefia acompanha essa seleção. Os critérios de escolha parecer estar na qualidade de resposta do entrevistado.

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