8 comentários em “Capa do DIÁRIO, edição de segunda-feira, 17

  1. Esses caras se dizem ser professores, que exemplos eles dão aos seus alunos, podem estar invocados com a governadora tudo bem, mas não justifica eles jogarem algo contra ela, não excito a violência mas esse tipo de baderneiro tem que ser reprimido é com porrada mesmo, aí depois eles vão dar uma vitima na frente da imprensa, dizendo que a polícia é violenta e tudo mais, tenho raiva de baderneiro!!!

  2. Sem violência contra ninguem – muito menos contra professores. Protestar é legítimo -tb sem violência.
    Mas, prefiro elogiar a matéria cabeça de página. Sobre as crianças dando show em redação. Acredito que a imprensa local deveria divulgar mais os eventos tipo as diversas Olimpíadas nacionais do saber – como as de matemática, física, quimica, astronomia, biologia e de língua portuguesa (redação). Deveria exaltar a presença dos estudantes do estado. E, quando dos resultados, repercutir as jovens celebridades, como exemplos a serem seguindos.
    Esse tipo de campeonato e de campeões merecem maior atenção de todos nós.
    Parabéns ao Diário. Devemos querer mais!

  3. Quanto ao Dossiê AGE um fato deve ser ressaltado. Nós chama atenção a demonstração de independência da Auditoria Geral – e em plena etapa pré-elitoral, onde os ânimos estão em ebulição. Isso é raro (ou inexistente) no resto do Brasil.
    Pelo menos temos algo positivo.
    E a oposição sequiosa vai “cair de boca”.

  4. Este cidadão que aparece sendo estrangulado pelo policial, e ligado ao srº Ednilson Rodrigues, ex-petista e hoje encontra-se noPsol. Em nota, estive presente na entrega so complexo viario da Júlio Cezar e testemunhei tal ato de vandalismo e incoerencia destes professores que não como podem dar exemplo para seus alunos com essas atitudes insanas.
    Como pode eles fazer manifestação cobrando os seus direitos em pleno ano eleitoral, não existe nenhuma possibilidade dos mesmos receberem tal beneficio a essa altura do campeonato.

    1. Cidadão é toda pessoa com direito garantido de participação política – com direitos civis e sociais. Os petistas (entre os quais me inclúi) já fizeram muito disso contra governos de direita – ou mesmo de centro-direita. O PSOL é apenas a consciência crítica do PT – são os nossos “grilos falantes”. Vamos reconhecer, a saída do Edmilson Rodrigues (e outras lideranças) foi uma perda para o PT do Pará. Viva a pluralidades de posições na esquerda. Abaixo a intolerância com o nosso próprio campo ideológico.

  5. Violência? Ele deu um tiro na governadora? Por acaso vocês são adeptos de Jaqcues Bossuet, que difundia que as autoridades eram intocáveis e irretocáveis e, portanto, alheias às injustiças de seus governados? Professores, caso não saibam, dão exemplo sim, e muito! Exemplos de dignidade, de luta e de perserverança, pois abraçam uma causa e defendem uma profissão que não tem o devido reconhecimento e, costumeiramente, é alvo das vilanias, oportunismos e sacanagens (desculpem-me o termo) veiculadas e promovidas por (des) governos que sempre estiveram divorciados de seus governados, o povo. Querem exemplo meus caros? Então peçam ao governo estadual ( e isso vale para os governos municipais também) que dê suporte às escolas, que faça reformas estruturais, que dê aos docentes e a todos os que fazem parte da comunidades escolares condições de trabalho, salário digno, redução das cargas horárias, que estabeleça programas para tirar grande parte dos educandos da atual situação de apatia em que se encontram. É a velha e babaca historinha reproduzida pelos despolitizados e por aqueles que utilizam tal discurso por conveniência: “baderneiros, arruaçeiros, promovedores do caos, vagabundos…”
    Sem aqui defender o uso (excessivo ou não) da força, mas vocês querem o quê, que se proteste elogiando as ações do governo? Que se bata palmas? Façam-me o favor!

  6. Sempre votei no PT, mas essa governadora é, e espero que tenha sido, a pior administradora pública do Pará!
    Por causa dela perdemos inúmeras oportunidades de crescimento. Principalmente na RMB.

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