Ranking das Copas: Bota disparado em 1º

Depois que o técnico Dunga divulgou os convocados para a Seleção Brasileira que vai disputar a Copa, o Botafogo segue como o clube que mais cedeu jogadores para a Seleção em Copas do Mundo. O Alvinegro carioca não teve nenhum convocado desta vez, mas manteve a liderança folgada do ranking, como se pode ver abaixo.

Antes da lista, algumas curiosidades:

1 – O São Paulo, segundo clube que mais cedeu jogadores à seleção em Copas, não teve ninguém chamado, o que não acontecia desde 1938. É isso mesmo. De 1950 até 2006, o clube paulista sempre teve atletas convocados para os Mundiais, o que não acontece agora.

2 – Com a convocação de Robinho, o Santos quebra um grande jejum. Desde Marinho Peres e Edu, em 1974, que o clube não tinha jogadores chamados para representar a seleção em Copas. O Peixe desempatou com o Corinthians e agora está com o mesmo número do Palmeiras.

3 – Com a convocação de Kléberson, o Flamengo desempatou com o Vasco, assumindo o terceiro lugar de maneira isolada. O Vasco agora é o quarto.

4 – Para apimentar ainda mais a rivalidade Cruzeiro x Atlético-MG, o Cruzeiro, com Gilberto, desempatou e agora está à frente do Galo. 

5 – O Grêmio bem que poderia ter empatado com o Inter, mas como o goleiro Victor não foi convocado, continua atrás.

Obviamente que, se tivermos contusões até lá, poderemos ter mudanças.

Agora, o novo ranking dos clubes que mais cederam jogadores à seleção em Copas:

1º BOTAFOGO – 46 jogadores: 30: Benedicto, Pamplona, Nilo, Carvalho Leite; 34: Pedrosa, Germano, Octacílio, Canalli, Ariel, Waldyr, Martim Silveira, Carvalho Leite, Áttila; 38: Nariz, Zezé Procópio, Martim Silveira, Perácio, Patesko; 50: Nílton Santos; 54: Nílton Santos; 58: Nílton Santos, Didi, Garrincha; 62: Nílton Santos, Didi, Garrincha, Amarildo, Zagallo; 66: Manga, Rildo, Gérson, Jairzinho; 70: Paulo Cézar, Jairzinho, Roberto; 74: Marinho Chagas, Dirceu, Jairzinho; 78: Rodrigues Neto, Gil; 82: Paulo Sérgio; 86: Josimar, Alemão; 90: Mauro Galvão; 98: Gonçalves, Bebeto.

2º SÃO PAULO – 42 jogadores: 50: Bauer, Rui, Noronha, Friaça; 54: Mauro, Alfredo, Bauer, Maurinho; 58: De Sordi, Mauro, Dino Sani; 62: Bellini, Jurandir; 66: Bellini, Paraná; 70: Gérson; 74: Valdir Peres, Mirandinha; 78: Valdir Peres, Chicão, Zé Sérgio; 82: Valdir Peres, Oscar, Serginho, Renato; 86: Oscar, Falcão, Müller, Careca, Silas; 90: Ricardo Rocha; 94: Müller, Cafu, Zetti, Leonardo; 98: Zé Carlos, Denílson; 02: Rogério Ceni, Belletti, Kaká; 06: Rogério Ceni, Mineiro.

3º FLAMENGO – 33 jogadores: 30: Benevenuto, Moderato; 38: Walter, Domingos da Guia, Leônidas da Silva; 50: Juvenal, Bigode; 54: Dequinha, Rubens, Índio; 58: Moacir, Zagallo, Joel, Dida; 66: Paulo Henrique, Silva; 70: Brito; 74: Renato, Paulo César; 78: Toninho, Zico; 82: Leandro, Júnior, Zico; 86: Zico, Sócrates; 90: Zé Carlos, Renato Gaúcho; 94: Gilmar; 98: Zé Roberto, Júnior Baiano; 02: Juninho Paulista; 10: Kléberson.

4º VASCO – 32 jogadores: 30: Brilhante, Itália, Fausto, Russinho; 38: Niginho; 50: Barbosa, Augusto, Danilo, Ely, Ademir, Chico, Alfredo, Maneca; 54: Paulinho de Almeida, Ely, Pinga; 58: Bellini, Orlando, Vavá; 66: Brito; 78: Abel, Dirceu, Roberto Dinamite; 82: Pedrinho, Roberto Dinamite; 90: Acácio, Mazinho, Bismarck, Bebeto, Tita; 94: Ricardo Rocha; 98: Carlos Germano.

5º FLUMINENSE – 30 jogadores: 30: Velloso, Ivan Mariz, Fortes, Fernando Giudicelli, Preguinho; 38: Batatais, Machado, Romeu, Hércules, Tim; 50: Castilho; 54: Castilho, Veludo, Pinheiro, Didi; 58: Castilho; 62: Castilho, Jair Marinho, Altair; 66: Altair, Denílson; 70: Félix, Marco Antônio; 74: Marco Antônio; 78: Edinho, Rivellino; 82: Edinho; 86: Paulo Vítor, Branco; 94: Branco. (Do blog Bola de Meia)

É preciso respeitar. Vou te dizer…

10 comentários em “Ranking das Copas: Bota disparado em 1º

  1. Esse negócio só vale até meados dos anos 80’s!

    Depois tornou-se um pula-pula de atletas entre clubes que a coisa perdeu o sentido!

  2. TAÍ um comentário pertinente, esse aí do Alberto Lima. NÃO HÁ mais nenhum sentido contabilizar a favor de um ou outro clube brasileiro a cessão de jogadores para a seleção do RT, digo do Brasil.

    1. Claro que há sentido, caro Valentim. Afinal, história é história.. se o futebol mudou, vale contabilizar o que sedimentou as bases do Brasil pentacampeão – e isso não existiria sem a contribuição valiosíssima de clubes como o Santos, o SP, o Flamengo, o Vasco e o meu Botafogo. E a coisa aumenta de importância levando-se em conta a mania brasileira de cultivar a falta de memória.

  3. O DINHEIRO, quando em excesso, acaba por atrapalhar. Hoje há clubes que mudam até de cidade, conforme a conveniência financeira. Jogadores que em apenas um ano mudam três vezes de clube. Times mudando de uniforme a cada temporada. Uniformes que se deformaram de tanta propaganda (tem propaganda na frente, atrás, embaixo, na gola, na meia e não sei nem onde mais). Deixei de torcer pela seleção, como antes fazia, quando percebi que jogador fazia gol e corria para a placa de propaganda, ou fazia gesto com o dedo indicador levantado, a fim de lembrar uma marca de cerveja. É por tudo isso que não há mais sentido vincular a um clube brasileiro o mérito de ceder jogadores para a seleção brasileira de futebol. Um abraço aqui do sudoeste paranaense a todos os paraenses daí.

  4. Tem que respeitar pois a única selé que existiu foi a Selé Fogo e a história comprova isso. Salve o Clube da Estrela Solitária.

  5. Realmente, o Bota é Fogo! Hoje, penso que sou mais Papão e acho que sou, mas meus filhos de 30 e 31 anos, não sei porque, são mais alvinegros!

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