Re-Pa: vantagem alviceleste na década

De 2000 para cá, Remo e Paissandu disputaram 49 clássicos, com 14 vitórias bicolores, 13 azulinas e 22 empates. Na artilharia, vantagem alviceleste também: 63 gols contra 57. Dos árbitros de fora, os que mais apitaram foram Alício Pena Junior (5 vezes), Paulo César Oliveira e Heber Roberto Lopes (4). O último árbitro paraense a apitar o Re-Pa foi Andrey Silva e Silva no amistoso de 13 de dezembro de 2009 (Remo 3 a 1).

Em jogos oficiais, o último paraense a comandar o dérbi foi Domingos de Jesus Vianna, em fevereiro de 2002, na decisão do primeiro turno do Parazinho, que terminou empatada em 1 a 1. (Com informações da coluna de Cláudio Guimarães no Bola)

11 comentários em “Re-Pa: vantagem alviceleste na década

  1. Um dado curioso nesta década envolvendo a hegemonia do Remo e do PSC. No século XX, cada década – principalmente as últimas – representou a hegemonia de um ou do outro, reservando-se à Tuna a tarefa de equilibrar essas hegemonias. Nos anos 70, a hegemonia foi do Remo; nos anos 80, do PSC, nos anos 90, do Remo (chegando a impor um inédito penta e um tabu histórico de 33 jogos sobre o rival que tão cedo não será igualado). Nesse início de século, em sua primeira década já finda (independente de quem será campeão em 2010), esse paradigma hegemônico já começa dar sinais de esgotamento. Até o momento, o Remo contabiliza 4 títulos regionais e o PSC 5; ou seja um equilíbrio que não tem dado espaço para outras agremiações. Alguns dados já revelados nessa década a servir de reflexão sobre o futuro do futebol paraense: a Tuna não ganhou nenhum título e quase sempre esteve fora da competição; as equipes do interior cresceram, mas não têm conseguido furar o bloqueio da dupla da capital, e, mais preocupante, tem se tornado sistemática a performance negativa de Remo e PSC nas competições nacionais, cujas quedas de séries se tornaram avassaladoras da metade da década até aqui, chegando ao cúmulo do PSC ter registrado a pior campanha de uma equipe local em competições nacionais (1 mísero ponto na Série C de 2007) e o Remo – pior ainda – ter ficado fora de série (o que pode se repetir esse ano). A extinção da Tuna como clube de futebol já não é um prognóstico, mas uma realidade quase inexorável. Portanto, uma década que deverá servir de elemento de reflexões sérias para quem de fato esteja preocupado com nosso futuro esportivo.

    Curtir

  2. o papinha só ganha do REMO guando joga com 12 e c/ ajuda do juiz, caso contrario é goleada certa do LÊAO, vcs viram ontem com ananindeua que eles são fracos parece galinha só papo.é papãozinho domingo eu ñ quero choro.

    Curtir

  3. Já foi dito que sem mística não há razão para o futebol. Ou então o futebol seria apenas 22 homens correndo atrás de uma bola e, como disse a minha filha, mais um jogador para o qual ninguém passa a bola porque usa uniforme diferente.
    Há algumas místicas que até se tornaram motivo de orgulho aos torcedores, tipo:
    – “O Grêmio é time de chegada!”;
    – “A torcida do Flamengo é seu décimo-segundo jogador!”;
    Ou de aflição, tipo:
    – “Há coisas que só acontecem com o Botafogo…”.
    Bom, se a Xuxa acredita em duendes, também posso acreditar em místicas.
    E aqui no Pará há u’a mística que se mantém desde que brotou a rivalidade Re x Pa, ainda na década dos 10’s.
    Desde então, sempre ocorreu a hegemonia de um sobre o outro em décadas alternadas, sendo o paissandu soberano nas décadas pares e o Remo nas décadas ímpares.
    Basta fazer um apanhado histórico para se verificar o quanto é rotineira esta gangorra.
    Claro que em determinados momentos ocorre algum feito daquele clube que está “em baixa” na década – E isto se torna necessário para manutenção da rivalidade – Mas, no geral, sempre ocorre uma supremacia. A conferir…

    Curtir

  4. Engraçado o PSC, se complicoupara vencer a Tartaruga que endureceu o casco, mais no fim foi superada pelo “Campeão dos Campeões”, mais oque dizer do Remo, este se entalou com a espinha do Mapará, e ate agora come farinha e bebe muita aguá para desser a perigosa espinha, e tem mais domingo proximo tem de tomar cuidado para não cair de 4 denovo, poís se perder amigos sofredores,futebol profissional para o Reminho ou leoa azul, so em 2011, isso e já sem o estádio chiqueirão, terão de jogar lá no entorno do mangueirão, ai e dose para leão….

    SAUDAÇÃO BICOLOR!!!

    Curtir

  5. A hegemonia do Remo em cima do Paysandu na década de noventa, se deve ao Julio Lima é só ver quantas partidas este famigerado juiz apitou. E tambem a posição política que os dirigentes remistas ocupavam em orgãos federais, carreando recursos para o remo, maçonicamente.

    Curtir

  6. Entre Paissandú e Remo não há o que discutir. O Paissandú é diferenciado e apenas não vive um bom momento, mas o pior já passou. O Remo é caseiro e como caseiro busca uma igualdade que não existiu, não existe e nunca existirá. Agora sem divisão é querer fazer piada. Desculpem os contra quanto a sinceridade.

    Curtir

  7. O Paissandu é parece aquele marido brigão na rua, mas dentro de casa vive levando porrada do cunhado!… rs.

    Curtir

  8. O PSC, sempre foi e sempre será o time que da mais orgulho para o nosso estado e para o nosso futebol, e aqui no PSC, que se consegue disputar competições de expressão, e aqui no PSC que se compete em competições internacionais, mais valendo alguma coisa, e não torneiozinho paga cuspe, como a turma do c0ntra já fez isso algumas vezes. E aqui que se tem o “Campeão dos Campeões”, o LOBO MALVADO, pq tu e tão mal com essa leoa solitaria e sem casa.

    SAUDAÇÃO BICOLOR!!!

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s