No Paissandu:
Tácio – Nervoso, errou vários passes no começo da partida, dificultando o trabalho da zaga e permitindo situações de perigo do ataque remista. Levou um cartão amarelo e acabou corretamente substituído por Charles.
Didi – Talvez em função da perda de ritmo – ficou sem treinar com bola durante toda a semana – pouco apareceu em campo e foi peça nula, até ser substituído pelo zagueiro Rogério.
No Remo:
Paulinho – Não marca, não apoia, não joga. No lance do pênalti, perdeu a corrida com Allax e apelou para a falta, puxando a camisa do lateral desde as proximidades da área. Além disso, foi envolvido em diversas outras manobras do ataque do Paissandu no segundo tempo.
Fabrício Carvalho – Marca mal, não faz a antecipação de jogadas e erra todos os passes no ataque. Entre ele e Gian, que organizava as jogadas, Sinomar deveria ter substituído o volante logo no intervalo da partida.
Sinomar Naves – Cometeu erros de estratégia e escalação, insistindo com Paulinho e Índio, que cansa rápido e é deficiente nos avanços. Nas substituições, voltou a se mostrar confuso: Samir entrou no lugar de Vélber quando deveria ter substituído Héliton, que não conseguia ganhar nenhum lance contra os laterais do Paissandu. Na volta do intervalo, o Remo voltou mais recuado, como se o resultado (2 a 1) lhe fosse vantajoso. O técnico errou novamente ao tirar Gian para pôr Marlon, que deveria ter começado numa das laterais ou em lugar de Fabrício. E, por fim, repetiu a entrada de Otacílio, sem ritmo e pesado, quando o time mais precisava de velocidade e presença de ataque.
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