Uma batalha que jamais se repetiria. Dois brasileiros na pista. Sozinhos, como naqueles duelos do Velho Oeste. Diante deles, a história. No final, um vencedor: o gatilho mais rápido da F-1.
Uma batalha que jamais se repetiria. Dois brasileiros na pista. Sozinhos, como naqueles duelos do Velho Oeste. Diante deles, a história. No final, um vencedor: o gatilho mais rápido da F-1.
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Qualquer semelhança com aquele lançe do gol do Neymar, quando deixou Raul comendo poeira, é mera coincidência.
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Tem uma coisa que poucos comentam na historia da F1. Schumacher competiu a maior parte da carreira contra pilotos de pouca expressao. Competiu pouco contra Senna e muito menos ainda contra Piquet. E os brasileiros tiveram que enfrentar, entre outros, Prost e Mansell. E mais interessante: o alemao quase sempre teve carros competitivos, a excecao da equipe de estreia. E os brasileiros tiveram muitas vezes que se contentar com carros sofriveis, principalmente a Lotus e a Williams de Senna e a Brabham e Benetton de Piquet – a mesma equipe que deus dois titulos ao alemao. E o que eu digo, o alemao, alem de ser bom, estava no lugar certo na hora certa. Vale destacar que o alemao era patrocinado desde crianca pela Mercedes, como Hamilton, ao contrario do Piquet, que nunca teve o apoio de uma grande empresa internacional, como merecia.
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Sem apoio internacional e muito menos nacional, caro Jorge. Piquet, ao contrário de Senna, teve que ralar muito, dormir nas garagens das escuderias, como um piloto comum. Talvez muito de sua postura agressiva tivesse a ver com isso.
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Realmente…
Schumacher era um bom piloto, isso não se discute, acima da média. Mas que foi beneficiado pela concorrência fragilizada de pilotos, carros e equipes, isso ele foi. Sem contar o fato de que “utilizava” como ingrediente do seus vasto repertório de estratégias, a boa e velha trapaça. Não à toa, foi chamado por alguns participantes do circo da F1 de “Dick Vigarista”.
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Concordo com o Jorge no que diz respeito ao Schumacher. Uma coisa interessante: estive na Alemanha ano passado e num momento de bebedeira comentei com um grupo de alemães que eu nunca tinha gostado dele. Antes de eu ter tempo de me desculpar pela gafe, eles completaram que “nem os alemães gostam dele”.
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E verdade, principalmente da midia nacional, ja que ele nao lambia as botas.
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Realmente eu me lembro pouco dessa corrida, mais lembro bem dessa ultrapassagem historica de Nelson Piquet, encima de Airton Senna, este que para mim era mais talentos e se tornaria em uma lenda desse esporte e também, mais particularmente eu gostava mais do estilo, ousado e agressivo de Piquet, poís ao meu ver parecia que todos que estavam em sua frente eram retardatarios e que ele tentava de tudo para deixa-los para traz…
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