Guardei-me na esperança te esperando,
sofrendo pelo bem de estar te amando;
tão certo de que certo a tua vontade!
Mas hoje, infelizmente, hei-me ao tormento,
calada nessa voz de sentimento
e pregada na cruz desta saudade.
De Sarah Rodrigues – em “Poemas para Minha Aldeia”
Sei não viu?
Gostaria é que a Nobre Juíza fosse mais dedicadas aos “Processos de Nossa Aldeia” que se amontoam nos Arquivos do TJE!
Vejo também um grande tempo pra escrever essas coisas. Afinal como diz a OAB-Pa, Juízes TQQ, tem todo as SSDS pra escrever poemas, e outros hobbies.
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Gerson, os vates continuam no blog e no meu desencanto. Manoel Bandeira , em pequeno trecho:
Eu faço versos como quem chora
De desencanto … de desalento.
Fecha o livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Eu faço versos como quem morre.
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