Neste sábado, pela manhã, o regime militar vai estar em debate no Centur. O projeto “Da Casa ao Campus” da Casa da Juventude realizará a mesa-redonda “Estado e Cidadania: o Brasil e a Amazônia na conjuntura pós-64”. Os professores Cláudio Puty (UFPA), José Alves (UFPA), Joséa Fares (Uepa) e Maurício Silva (Sistema Universo) farão os devidos recortes sobre o regime sob os pontos de vista da economia, da política, da cultura e da Amazônia, aos estudantes da rede pública que prestarão vestibular em 2011. À tarde, no mesmo local, o tema em debate é o sexo. Os professores de Biologia do Colégio Universo, Alfredo Costa e Alexandre Nascimento, ministrarão aula sobre Controle Hormonal dos Aparelhos Reprodutores Masculino e Feminino. Já durante a semana de 8 a 12, os alunos participantes da mesa e dos aulões farão oficinas de Redação sobre os temas debatidos, na Casa da Juventude. A entrada é aberta ao público, porém o material didático e a participação nas oficinas serão exclusivos para os alunos matriculados junto à Casa da Juventude, cujas inscrições terminaram na sexta-feira. Em abril, tem mais. (Dica de Cássio Andrade)
Da dita dura para o sexo. Interessante. O primeiro tema é mais tesão dos impotentes, o segundo mais interesse em descobrir com utilizar melhor a dita dura. He, he, he.
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Essa ninguém viu nem ouviu. Assumo a autoria.
“Dita dura em dita mole tanto bate até que prole”
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kkkkkkkkkkkk esse Berlli é uma figura…
Mas olha, bela iniciativa dos organizadores, pois são dois temas altamente interessantes. Vale a pena dá uma passada por lá…
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Mas não vai ser transmitido pela TV Cultura?
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Não, por causa do horário. Deve ser gravado para passar depois da meia-noite.
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Pior Jorge que nem gravado foi, pois a Cultura não cobriu o evento. De qualquer forma foi uma excelente mesa-redonda, com um nível bastante elevado em se tratando de uma platéia de jovens estudantes. Cláudio Puty, lamentavelmente não pôde comparecer pois foi acometido por problema de saúde a caminho do evento e não foi liberado pelos médicos. Alves foi a competência de sempre, discorrendo desde a guerra fria ao contexto do golpe de 64. Maurício, uma grande revelação do Universo que abordou os impactos do regime militar no Pará, em relação às forças políticas em atuação naquele momento e Joséa Fares nos brindou com a excelente participação do Beto Fares em relação ao painel musical dos anos 60/70. Pela tarde, Alfredo e Alexandre deram um espertáculo sobre controle hormonal. Os alunos ainda foram motivados pela participação dos “novos palhaços” formados pela “Oficina de Clowns” da Casa da Juventude. Como antecipei ao Gérson, em abril tem mais. Ainda bem que o Berlli não apareceu por lá pela parte da tarde. Correria o risco de sair do armário ao tomar conhecimento dos aparelhos reprodutores…
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Caro amigo Cássio de Andrade. Pela sua exposição imagino o quanto foi válido este evento. Espero que tenha assimilado o máximo de conhecimentos e saiba agora melhor utilizar a dita dura em proveito próprio sem precisar recorrer a aparelhos reprodutores.
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Berlli, quem gosta da ditadura é você, não eu.
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Não se esquive. Caro Cássio.
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