35 comentários em “Capa do Bola, edição de domingo, 28

  1. Gerson, engraçado que eu tento me lembrar mais não consigo, de alguma conquista do Remo no Baenão. Será que é título de turno? Não acredito. Será que é título Regional? Também não acredito, é muito pouco pra alguem se apegar a um estádio caindo aos pedaços, em detrimento de uma moderníssima Arena.Será que alguem me ajuda?

    1. Talvez você até esteja certo, meu caro Cláudio, quanto a esse aspecto de conquistas. Mas a matéria vai mais na questão do saudosismo mesmo, afinal o estádio existe há muitas décadas. Me espanta mais é ver o amigo continuar a falar “em moderníssima arena”, como dizem AK e seus mais próximos, referindo-se a algo que no momento não passa rigorosamente de miragem.

  2. E aqueles apagões para beneficiar o time do Remo. Quando estava nos 30 do segundo tempo já começava a me preocupação dos dirigentes e times adversários.

  3. Gerson, essa eu tirei do site da Clube:
    *

    A Eletrobrás comunicou o Vasco que o clube corre o risco de receber apenas 55% da próxima parcela semestral de R$ 7 milhões referente ao patrocínio master da camisa. A empresa diz que várias decisões judiciais irão confiscar parte dessa receita se o Vasco não conseguir revertê-las.

    Apenas o Tribunal Regional do Trabalho, por conta do Acordo Trabalhista, bloqueou R$ 1,4 milhão (pelo acordo, o clube tem de destinar 20% de suas receitas).

    O restante dos R$ 3,3 milhões que podem não chegar ao cofres do clube corresponde principalmente a execuções da Justiça Cívil.

  4. Decisões importantes acontecendo neste domingo e o Bola destaca de novo esse assunto!!! Saco!!!

  5. Jurei nem entrar mais nessa arenga, haja vista ter o Condel do Clube do Remo aprovado a venda do Baenão. Continuo na mesma posição defendida pelo escriba quanto às nebulosidades que escondem a negociata em torno disso. Bom, vai vender e pronto! A história condenará ou absolvirá, já diria o Castro, ou como diria o consul romano, “a sorte está lançada”. O que me leva a manifestar é quanto a essa tola argumentação do Cláudio em relação à responsabilidade do Baenão pelos fracassos históricos do Remo. É verdade que o clube mais que centenário somente tem um título nacional e vem com o tempo perdendo prestígio no cenário global do futebol. As últimas gestões enterraram ainda mais esse prestígio – e aí, cabem todos, do Gualberto ao Klautau. Não sei qual é a “pinimba” do Cláudio com o Baenão e isso é uma questão que somente ele pode superar. Sugiro até um analista com boa formação em Young para o Cláudio resolver esse seu problema com a identidade e a história – se não for outra a razão de tanto rancor. Agora medir um patrimônio material por um pretenso fracasso histórico de títulos, não tem como argumentar. É preciso respeito com a história e sua tradição. Independente do estádio ser vendido e desaparecer, ele expressou vivências de gerações e, sinceramente, Cláudio, merece respeito de sua parte em relação a todos os que nesse acanhado espaço físico partilharam felicidades e tristezas. Sua pantomina implica em violência simbólica contra um patrimônio material que acobertou em suas dependências, a alma e o coração de milhares de gerações que são maiores que você e as justificativas da barbárie patrocinadas pela ralé ignara. Sei que muitos de forma sincera defendem a venda do Baenão como forma de solucionar problemas financeiros e até desejem um novo tempo de modernidade com a construção de um novo estádio. É salutar isso. O que não admito como torcedor é desrespeito a história do clube, pois esse tipo de classificação pejorativa é típica de massas incultas e de gangs uniformizadas. Não de você que me parece ser dotado de um mínimo de conhecimento sistematizado. Qunado Orlando Frade, Amaro Klautau, Sérgio Fernandez e outros utilizam essas expedientes, não o fazem de forma gratuita, pois estão utulizando os métodos do rebaixamento cultural de forma propositada para desqualificar quem pensa diferente, mas você, Cláudio, não parece ser dessa estirpe. Defenda seus pontos de vista, curta sua “utopia da modernidade”, mas não despreze a história, pois alma e cultura não se encontram nas prateleiras e nos butins. Não se junte à fala dos brutos.

  6. Cássio, eu como Remista, igual a vc, sei muito bem, o que incomoda um Azulino, em relação a um Bicolor: A FALTA DE TÍTULOS. Se vc atentar bem, a Página do Bola, fala em “história Gloriosa”, que pra mim, não existe. Certa vez, na coluna do Dr. Hamilton Gualberto, disse ele:” No Domingo o alto escalão do Remo estará no Mosqueiro, tomando wisk de boa procedência e, o mais importante, relembrando os momentos marcantes das grandes conquistas(?) do Remo. Mandei um e-mail a ele, pedindo que, se possível, enumerasse esses feitos na sua próxima coluna, até para que eu como torcedor, também pudesse comemorar, uma vez que puxei pela memória, naquele momento e, não estava conseguindo lembrar de nenhum. Foi o bastante para que ele ficasse com raiva, mas por pouco tempo, até porque, não estava mentindo. O maior bobo, é aquele que tem medo de enxergar. Mas até para que vc enxergue, atente pra isso:

    1-Papão – Campeão Braisleiro da série B
    R- Remo – Ganhou do Flamengo de zico no Maracanã em mil novecentos……
    2- Papão – Bi-Campeão Brasileiro da série B
    R- Remo – Tabu 33, nossa
    3- Papão – Campeão dos Campeões
    R- Remo – É líder do parazinho 2010
    4- Papão – Uma Libertadores da América
    R- Remo – Ah sei lá, até esqueci…, a série C, vai

    Temos que encarar a realidade de frente, senão nunca saberemos como cobrar dos nossos dirigentes. Acorda Leão. Te dizer(diria o Gerson)

  7. Gerson, um internauta acima, fala que não lembra das conquistas do Remo em seu estádio, talvez seja muito novo por isso não lembre que o Remo foi campeão nos anos de 73/74/75 jogando em seu estádio.

    Isso sem contar algumas participações inesquecíves em campeonatos nacionais com jogos memoráves como aquele contra a então máquina tricolor que tinha entre outros astros ninguem menos que Rivelino que após ser expulso correu sem camisa pela gramado do Baenão.

    Sou a favor da modernidade, mas acho que a torcida do Remo em sua maioria, vai sentir sim saudades do Baenão.

    E tem mais uma coisa, é bom não ficar acreditando muito nessa “moderníssima arena” pois isso é coisa de time de primeiro mundo.

  8. Outro dia em uma fila de loteria,parafazer uma fezinha e ouvi um dialogo de dois bicolores : – E agora cara como vai ser,nos aplicamos 7×0 no Coisa Ruim,la no Evandro Almeida e agora eles vao mudar,vao apagar a sena do massacre.Que fazer? O outro disse :- Nao te preocupe nao.Quando eles aprontarem o outro estadio(???) nos aplicamos outro 7xo neles…(risos).

  9. Não sou a favor da venda do Baenão. Menos pelo embate: “tradição x modernidade”. Mais por não confiar nos bons propósitos daqueles que vão conduzir o negócio. E eles não fazem nada para mudar esta desconfiança, que não é só minha. A começar pelo principal entusiata do projeto, o AK, que gravou depoimento em audio e estampou no site do Clube do Remo asseverando que o negócio só sairia se fosse na base da permuta absoluta, isto é, “a chave do baenão contra a chave da nova arena” e o que se viu foi que a proposta da empresa é receber o Baenão mediante a entrega só da metade da prometida arena, fato que, no meu conceito, leva à descredibilização de todo e qualquer outro aspecto das intenções que informam a operação e dos frutos que ela poderá gerar. Quanto ao Baenão, até minhas duas filhas, menores de 9 2 12 anos, como são verdadeiras azulinas, já têm algo de suas próprias histórias identificado com o estádio e já se preparam para dele recordar com saudade. E olha que elas já conheceram o Baenão com Clube do Remo nesta situação difícil em que ele se encontra. A mais velha, que se diz a favor da “troca”, diz que pretende frequentar o Baenão até a última partida.

  10. O fim do Baenao leva uma enorme pagina da historia do futebol Paraense.

    Foi no Baenao que o Remo e seu primo vizinho(Paysandu), jogaram seus primeiros Campeonatos Nacionais.

    As luzes de quando e vez ,apagavam sim, mas n somente la’, em todo o Brasil.

    Querem mais coisas?? basta pesquizar ou entao dar uma esticada na memoria.

  11. A falta de registros próprios (confiáveis) ou de fontes históricas seguras, transformam o historiador num memorialista sem compromisso com a verdade. Todas as vezes que proponho-me a rabiscar evitando o comprometimento, busco no Centur o esclarecimento da dúvida.
    Confesso que já me ocorreu a idéia de publicar reminiscencias. Tem ficado so na idéia. História e memorialismo são coisas sérias.
    Dias atrás distinguiram-me com a indicação de escalar o time do Paysandu, de todos os tempos. Não hesitei, escalei com alguns jogadores que não ví em campo, mas baseado em depoimentos seguros e isentos de outros jogadores (quase todos já se foram) inclusive o meu tio Simeao que jogou nos três grandes e considerado por muitos com o melhor na posição (O Gato de Azas).
    Não convivi com P.A. Cabral, Tiradentes, D. Pedro I e o II mas sei o que representaram para o Brasil, pelas leituras que fiz e continuo fazendo.
    O esporte (o futebol em particular) já tem considerável acervo sem contar com a hemeroteca disponível a todos. Basta procurar para ficar sabendo das coisas, de modo seguro.

  12. Gostaria que, pela sua larga experiência no futebol Paraense, Tavernard, que vc pudesse me dizer, onde consigo encontrar a história(ou seria estória?) das grandes conquistas do Remo, no Baenão, pois frenquento a sede azulina e, fui na sala de trofeus e, não encontrei nenhum. Conversando com um desses conselheiros do Remo, certa vez, fazendo essa mesma pergunta, ele respondeu: Foi aqui que o Alcino fez um gol de Bunda(desculpe); Foi aqui que o Pelé vestiu a camisa do Remo; Foi aqui que o Remo goleou o Guarani, no ano em que o mesmo foi Campeão Brasileiro; Foi aqui que o Remo foi várias vezes Campeão REGIONAL; Foi aqui que Manoel Ribeiro mandava alagar o Campo, para que os adversários tivessem dificuldades para jogar, sem contar que quando o Remo estava perdendo, mandava apagar as luzes; Foi… Foi…. e, nada de conquistas. Agora vem o Harold e diz que vai sentir falta do Baenão, porque A TUNA, foi CAMPEÃ BRASILEIRA. E vem o amigo Ritacínio, lembrar que foi no Baenão, que o PAYSANDU aplicou o famoso 7×0, que a torcida do Remo faz questão de nem lembrar. Pude então perceber, até pela maior importância, que o Paysandu e a Tuna, vão sentir muito mais falta do Baenão, que nós Remistas. Te contar(diria o Gerson). Gostaria que os amigos, ao invés de ficarem rodeando, fossem mais práticos e, enumerassem as C-O-N-Q-U-I-S-T-A-S do Remo, em qualquer estádio. Por favor, até para que eu também, possa me apegar a esse estádio, igualmente aos amigos.

    1. Amigo Cláudio, a ideia de associar conquistas a patrimônio não tem qualquer sustentação lógica. A Tuna também não tem conquistas históricas no velho Francisco Vasques, mas acerta em não se desfazer dele e de seu belo parque aquático. O Flamengo nunca ganhou nada na Gávea, mas pergunte a um rubro-negro se ao menos admite a ideia de “permutar” (para usar expressão bem ao gosto tucano) seu campo de treinos. O mesmo se aplica ao Fluminense, ao Coritiba, ao Santa Cruz, ao Sport, ao Náutico e a tantos outros grandes clubes brasileiros. Inverto a lógica da coisa, perguntando a você: o que garante aos defensores da “hiper moderna” Arena do Leão (que nem endereço tem) que o clube vai usufruir desse novo estádio, pois o torcedor jamais vai prestigiar o Remo no Tapanã, em Marituba ou na Alça, concorda? E, dentro do mesmo tema, quem foi que disse aos defensores do “negócio do ano” que todas as dívidas do Remo serão pagas com esse acerto financeiro com as construtoras? Por isso, repito: o tempo é o senhor da razão. Tenhamos calma. Esperemos dois anos, três talvez, para ver no que deu essa aventura. Tomara (pelo bem do clube) que eu esteja redondamente enganado e a maioria que embarcou na conversa do Amaro Klautau esteja certa.

      1. Boa tarde Gerson Nogueira e amigos do Blog;
        Quem lê e participa deste blog, sabe que sou torcedor do Bicolor Amazônico, no entanto, quando se trata da venda, e ou, permuta do Evandro Almeida, enquanto torcedor aproveito para tirar sarro, égua da liquidação! porrêta!!!! dias passados, brincando com colega recém chegado a esta cidade, à procura de casa para morar, falei prá ele aguardar um pouquinho mais, que acabaria comprando um lote bem localizado, em S. Bráz, na Alte. Barroso esquina com Antonio Baena, caras!!! não é que está quase dando certo? fiz essa previsão, numa acalorada discussão com um remista que tem lá no meu trabalho, chaaaaaaato!!!! como a maioria, desde então, ele anda meio caladão.
        Porém, como cidadão desportista, crítico, sou frontalmente contra, haja vista, que reconheço a importancia daquele monumento, ao Futebol do Pará.
        Agora, algo que me chama muitíssimo à atenção Gerson Nogueira, é a alegria com a qual alguns ditos beneméritos, alardeiam e cabalizam simpatia para a concretização do negócio, que aparentemente é nebuloso, acho que eles andam pegando corda do Caxiado, que usa o espaço dos programas esportivos da PRC-5, para tirar barato com a Nação Celeste, ele fala de uma arena européia para o leão, que não fiquem com inveja deles e coisas desse gênero. Só que o sarro que ele tira é tudo virtual, nada existe!!! atenção remistas, fiquem espertos, que vocês ficarão sem eira nem beira, esse dinheiro, disponibilizado para construção dessa tal arena, nos moldes que o Caxiado alardeia, só dá para construir um terço, se for na invasão da DENPASA, que os sem terra invadiram recentemente, é logo aliíííiíiíí!, na estrada do mosqueiro.
        Por último, quero lembrar ao Cláudio Santos, que ele esqueceu de enumerar os feitos do remo no baenão, quando o marechal da vitória, lembram dele? o Manoel Ribeiro, deputdo da ditadura, amigo dos militares da época; pois bem, ele peitava os árbitros com o famoso “eu sou deputado federal” o mais recente dos peitados, me lembro bem, chamava-se, Dulcídio Vanderlei Boschilla, nessa época, eles ganhavam tudo, tal feito rendeu o pseudonimo, ao diretor deputado.

  13. Na década de 60 o respeitado historiador Ernesto Cruz num exaustivo trabalho de pesquiza, legou ao Remo excelente obra de consulta, com numeros precisos que permitem a qualquer interessado tirar dúvidas.
    Tempos depois, o historiador Carlos Roque começou a reunir material para publicação da historia do Remo, onde a fundação, reorganização, dissidencia que deu origem ao Paissandu,segundo os mais vividos (Edgar Proença foi um dos dissidentes) e outros registros relevantes (eventos sociais e até mesmo literário). Nilo Franco, respeitado desportista e jornalista, editou uma revista chamada de Clube do Remo, na década de 30. Lí um exemplar dessa revista onde um membro da Academia Pernambuca de Letras elogiava a iniciativa e a qualidade editorial.
    Mais que os azulinos, os bicolores sabem melhor exaltar todos os feitos do seu clube.
    Que apareça um remista disposto a contribuir com o seu clube, mas não seja apenas um copilador impreciso.

  14. Quando alguem lembrar de alguma conquista, por favor me avise, sem rodeios. No Papão é fácil lembrar, pois tem muitas e merece grande exaltação.

  15. Não sou adepto deste pensamento de querer preservar patrimônio pelo que ele significa, até porque ao tempo ninguém resiste. Dizer que a casa onde D Pedro I nasceu deve ser escudada pelo patrimônio Histórico é paliativo. Papel tem também a finalidade de registrar fatos marcantes e aí sim deve ser guardado e conservado todo o saudosismo. A venda do Baenão é polêmica pela falta de confiança dos envolvidos, mas a necessidade é clara perante a situação financeira que o clube passa. Situação essa agravada ao longo do tempo por muitos destes que hoje estão dinamizando a transação. Seria bom que continuássemos a contar com esta praça de esporte para jogos de médio porte, até para a comodidade do torcedor, apesar da modernidade reclamar este espaço para melhor serventia, mas se fossemos levar isso como prioridade o Bosque Rodrigues Alves estaria de dias contados. Seria abrir mão de um bem-estar por outro que criaria mais problemas ambientais. E ainda tem jerico preocupado com o destino que será dado ao leão de pedra, pode? Tenho que continuar zoando com estes inócuos, e assim sigo.

    1. Berlli,
      Apesar de você nos considerar inócuos, às mais intensas amarguras bicolores ao longo do tempo, foram inoculadas no útero da INFIEL BICOLOR, por nós. E este processo é contínuo, sendo que, 2010 a lapada é mais humilhante.

  16. Para encerrar. Torcedor remista fala muito em Leao Azul mas não sabe como nasceu o epiteto. Edgar Proença, festejando uma vitória do Clube do Remo, no início da década de 40, escreveu nas páginas de ” Estado do Pará” : Como um LEAO AZUL de garras aduncas, o Clube do Remo foi a própria alma da cidade.
    Isto também é historia.

  17. Deu vontade de chorar, Tavernard. Te contar…. . Daqui a pouco vem um e diz que um garoto jogou um Remo no mar e teve a idéia de fazer o Clube do Remo. Vem outro e diz ….. . Agora, pergunto: Cadê as conquistas de um clube que possui 105 anos? Será que é difícil perceber que foi feito tudo errado, como agora, por exemplo, por isso o Remo ficou e vai ficar por muitos e muitos anos, sem essas conquistas? Ah, brincadeira tem hora.

  18. Amigos, desculpe a revolta, e fico revoltado mesmo com esse saudosismo. O Remo tem que ser tratado PROFISSIONALMENTE e não com tanto saudosismo dessas pessoas que pensam ser os donos do Leão, senão não sairemos disso. Até quando pra me defender de uma provocação de um Bicolor, vou ter que dizer essas asneiras: Sou Penta, Tabu 33, Joguei na Europa, Sou líder do Parazinho,.. . Ah, dá licença, mas penso entender e muito de futebol, pra me contentar com essas Palhaçadas. Desculpe, Gerson, pelo desabafo.

    1. Cláudio, isso não é revolta apenas, é intolerância. Temos que aceitar pensamentos e opiniões diferentes, ninguém é o dono da verdade. Democracia é isso, meu amigo. Tente imaginar só a decepção dos que defendem – como eu – a preservação do patrimônio do clube diante do foguetório em torno de um negócio nebuloso e sem qualquer garantia de êxito (para o clube, diga-se)…

  19. Tenho b0as Lembranças do Baenão.

    Principalmente quando aquele “gárgula”, Ops! estátua, foi vestida de listrado pelo Albertinho!!!.heheh!

  20. Eu assisti o Remo Campeão Norte-Nordeste em 1972 no Baenão… E, lógico, já havia sido campeão do Norte.
    Mas sou a favor da venda simplesmente para obtenção de dinheiro. Nem faria outro estádio. Construiría um baita CT, pagaria todas as dívidas e montava um grande time.
    Faria minhas partidas somente no Mangueirão.

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