Um novo jeito de festejar vitórias

Nunca uma comemoração causou tanta polêmica no futebol mexicano. Leah Spencer foi visitar o noivo no México e aproveitou para assistir à uma partida do seu Monterrey contra o Cruz Azul pelo campeonato local. Em meio aos festejos pela vitória por 2 a 0, Leah sem nem se importar com a presença do noivo tratou de levantar a blusa e mostrar os seios para delírio da torcida no estádio. E não foi apenas uma vez: empolgada, tirou a camisa várias vezes para deleite dos presentes.

Por causa do episódio, Leah ficou conhecida na internet como a “loira do TEC”, nome do estádio do Monterrey. A fama, porém, trouxe consequências. Retirada pela polícia do estádio, a americana foi multada em 500 pesos mexicanos e proibida pelo presidente do clube,  Jorge Urdiales, de voltar ao estádio. Duas semanas depois, ela ainda tentou entrar com o noivo para ver o jogo contra o Tigres (2 a 1 Monterrey), mas logo foi cercada por policiais e desistiu de entrar. Leah tem 30 anos e mora em Houston, nos Estados Unidos, onde trabalha como cirurgiã assistente. (Do blog Planeta que Rola)

13 comentários em “Um novo jeito de festejar vitórias

  1. Gerson, com uma torcedora dessa, sempre compraria meu ingresso antecipado. Aliás esse presidente deve… deixa pra la.

    1. Concordo, amigo Cláudio. Que presidente mais estraga-prazeres, meu deus. Que mal há numa manifestação, digamos, mais empolgada da torcedora?

  2. Fico pensando, Berlli, quando esse noivo estiver concentrado, por 2 dias e, ela sozinha(?) no apartamento. Coitado.

  3. Gerson, como esse post deve dar muita audiencia eu aproveito e envio este texto do comunique-se.

    Colaborador de jornal plagia textos de oito blogueiros

    Izabela Vasconcelos, de São Paulo

    Conhecido na web como Roberto Chalita, o internauta, que se identifica como contador, é acusado de plagiar textos de oito blogueiros, usar em sua página na internet e no blog hospedado pelo Jornal de Vinhedo, veículo em que foi afastado como colaborador. A acusação é feita por Eduardo Goldenberg, Arthur Tirone, Bruno Ribeiro, Fernando Szegeri, Luiz Antonio Simas, Leonor Macedo, Paulo Thiago e Felipe Quintans.
    Além de copiar os textos para seus dois blogs, Boteclando e Boteco Pensante, todos já retirados do ar, Chalita usava fotos e histórias pessoais dos blogueiros como se fossem suas. Na maioria das vezes os textos eram publicados na íntegra, com alterações dos nomes dos personagens apenas. Em muitos casos, a publicação aconteceu um ou dois dias após a publicação do texto original. Os plágios aconteceram por quase um ano, desde março de 2009.
    Além de usar uma foto do avô de um dos blogueiros como se fosse o seu, Chalita publicou a foto do cachorro de estimação do advogado Eduardo Goldenberg como se fosse uma foto tirada por ele, em uma de suas “coberturas” para o blog.
    Goldenberg, autor do blog “Buteco do Edu”, diz que o número de textos plagiados foi grande, além de um poema e de uma receita culinária de sua autoria. Até mesmo a frase de apresentação do blog era copiada de Felipe Quintans, amigo de Goldenberg.
    “Durante mais de onze meses, quase um ano!, Roberto Chalita publicou, como se fossem seus, textos nossos na íntegra, valeu-se de fotografias (minhas, na grande maioria das vezes) que retratam nosso dia-a-dia, usurpou expressões que são marcas nossas, viveu nossa vida, frequentou nossos bares, foi amigo de nossos amigos…”, conta Goldenberg em seu blog.
    O blogueiro chegou a mesclar textos, como o de Fausto Wolff e de Fernando Szegeri, publicados respectivamente na contra-capa e na orelhado livro de Goldenberg, “Meu lar é o botequim”, editado pela Casa Jorge Editorial.
    Para encerrar a série de plágios, o blogueiro publicou o texto “Desfile de uma Escola de Samba”, no dia 06/02, horas depois de “Breve Introdução sobre o desfile de uma escola de samba – regras e objetivo, de Bruno Ribeiro.
    A mais recente descoberta de plágio foi a do texto “As figas de papai e o tricampeão da copa do Brasil”, da jornalista Leonor Macedo, publicado no blog Eneaotil, hospedado pelo UOL na revista TPM. O mesmo texto foi copiado por Chalita, que mudou apenas o título para “As figas de meu avô”.
    “Eu consultei alguns amigos, inclusive jornalistas, e ninguém nunca viu nada parecido”, diz Goldenberg, que, em uma ação conjunta com os outros blogueiros, pretende contratar um advogado na área cível e criminal para processar Chalita. Mesmo sendo advogado, Goldeberg explicou que não pretende atuar na própria causa por uma questão ética.
    Cópia de comentários
    Além do plágio de textos e fotos, o blogueiro também copiou dois comentários, alterou os nomes dos autores, e publicou abaixo do texto “Não quero lágrimas para o Haiti”, plagiado de Bruno Ribeiro.
    Jornal afirma desconhecer plágios
    O editor do Jornal de Vinhedo, Rafael Von Zuben, disse que não tinha conhecimento de que os textos de Roberto Chalita eram plagiados, e afirmou que o conteúdo da coluna publicada na versão impressa não deviam ter sido copiados, mas escritos por ele mesmo.
    “Não sabia disso, mas assim que soubemos já tirei o blog do ar. Acredito que os textos dele na versão impressa não eram plagiados, porque tratavam somente dos bares da região de Vinhedo, mesmo assim ele sairá da coluna”, explicou.
    Rafael diz que se sentiu muito prejudicado com a situação. “Eu fiquei muito chateado com isso, nunca copiamos nada. Ele nos prejudicou também”, afirmou.
    O outro lado
    Procurado pela reportagem, Chalita não quis comentar o assunto e afirmou que não tem interesse em levar o caso adiante, além do que já foi publicado sobre ele.
    De acordo com Goldenberg, Chalita lhe enviou vários e-mails com explicações e pediu que conversassem sobre o assunto, mas o advogado se recusou. Goldenberg disse que o blogueiro tem culpado uma depressão ou transtorno bipolar, pela perda do emprego de contador, como motivo para os plágios. Segundo conta Goldenberg, Chalita disse viver a vida dos plagiados o “mantém vivo”.

    1. Eu vi a notícia ontem e tou a fim até de postar aqui, amigo Edmundo, pois é um reflexo desses tempos de muro baixo na internet.

  4. Num futebol onde acontece tudo (paraense), só não aparece uma torcedora assim. Quem dera, hein Gerson. Temos que aturar os “porras locas”.

  5. Num futebol onde acontece tudo (paraense), só não aparece uma torcedora assim. Quem dera, hein Gerson. Temos de continuar aturando os “porras locas”.

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