7 comentários em “Capa do Bola, edição de terça-feira, 23

  1. É inconteste que a massa torcedora é o meio de sobrevivência de um clube e assim tem sido durante 105 anos de existência do clube do Remo. Sua presença em jogos, doações e outros meios de arrecadação mantiveram o clube até hoje e nos momentos mais difíceis, sendo a primeira a ser lembrada na dificuldade. É inconteste também que esta não é responsável por um centavo das dívidas arroladas ao longo do tempo fruto das más administrações. Toco neste tópico para atentar para o fato de que nesta decisão de venda a mesma foi totalmente excluída e uma parcela se manifesta indiretamente através da imprensa como faço agora. Favoráveis ou não, deveriam ser considerados, pelo menos para efeito estatístico, o desejo desta comunidade que muitas das vezes extrapola suas emoções. O bem imóvel é origem de sua participação e muitos que colaboraram não estão presente para avaliar o destino que estão dando a um bem público, construído pelo povo para o povo como reza a democracia. Problemas são para serem resolvidos e houve condições melhores para que isso ocorresse, mas parece que a forma menos trabalhosa e de mais fácil execução está na venda. Foi-se a sede campestre, vai-se o estádio. Se este como prometia a anterior não atender as necessidades para onde recorrer? Não se trata de saudosismo, mas de interesses variados neste caso escuso que só o tempo dirá se foi a melhor opção, caso contrário cairemos na rotina das lamentações. O Fenômeno só é fenômeno para gerar receita, fora isso que se dane.

    Curtir

  2. Amigo, Marcelo, eu Não. Sabe porque?, o único título importante que o Remo ganhou, foi a série C, que foi toda disputada no Mangueirão, portanto, não tenho boas lembranças do Baenão. Espero, agora, que a Arena, possa nos dar grandes conquistas.

    Curtir

  3. Apesar dos insucessos, Cláudio, bate a tristeza por todos os momentos intensos e históricos vividos no alçapão….

    O triste é perder o patrimônio numa área privilegiada como esta…

    Se o estádio é defasado, que construíssem um novo estádio no Tapanã, mas mantessem o terreno do Baenão para outros fins úteis e lucrativos para o Remo. Um CT, um mini-shopping, sei lá…

    No fim das contas, perdemos o Baenão por culpa da péssima gestão do clube, seja por engrandecer a bola de neve jurídica, seja por aceitar a negociação com a construtora…

    Curtir

Deixe uma resposta