Valdir Espinosa anunciou, nesta sexta-feira, que está abandonando de vez a profissão de técnico de futebol. Seu último trabalho foi como supervisor técnico do Fluminense, no ano passado, ao lado de Renato Gaúcho. Campeão mundial interclubes e campeão da Libertadores de 1983 com o Grêmio, Espinosa comandou o Botafogo na campanha invicta do título carioca de 1989, que quebrou um jejum de 21 anos do clube da Estrela Solitária. Emocionado ao anunciar sua decisão, Espinosa não conseguiu disfarçar uma certa desilusão com o futebol e reclamou que os clubes ignoram por completo o sentido da palavra “planejamento”.
Aos 63 anos, Espinosa tem um currículo respeitável. Treinou, além de Grêmio e Botafogo, outras grandes equipes – Fluminense, Corinthians, Palmeiras, Flamengo, Vasco, Portuguesa, Coritiba, Ceará, Fortaleza, Santa Cruz e Cerro Porteño (Paraguai).
Não se pode dizer que foi brilhante, mas todo botafoguense tem uma dívida de gratidão com ele. Pela imensa alegria proporcionada pelo título de 89, ano em que nasceu meu filho Pedro, meu “muito obrigado”.
Valdir teve uma passagem rapidissima, no Verdy aqui do Japao em 1997.
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Cumpriu bem sua missão com jagador e técnico. Elogiável pela sua postura séria e competência profissional. Quando deparamos com os trambucos de hojeí fica sobrando mais e mais.
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Não fará falta à beira do gramado. Melhor mesmo é saber curtir a aposentadoria.
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Seria muito bom se com ele fossem também; Sinomar, Charles Guerreiro, Bagé,….. . Graças a Deus.
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Claudio Santos, ops……
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Tem uma boa história no futebol Gerson, merece sim uma grande homenagem.
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o Barbieri também, Cláudio.
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Bem lembrado Diogo.
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