Ex-remista na mira do Paissandu

Alex Oliveira, meia-atacante que defendeu o Remo na Série B de 2006, é o jogador pretendido pelo Paissandu para assumir a criação no meio-campo, função que se constitui hoje na maior dor de cabeça do técnico Luiz Carlos Barbieri. O grande problema é que Oliveira, atualmente no Madureira (RJ), funciona mais como segundo atacante do que como meia-armador.

20 comentários em “Ex-remista na mira do Paissandu

  1. Gerson, se estiver bem, dará o toque final ao meio campo do Papão. No clássico de Domingo, gostei mais uma vez, apesar de ter jogado pouco, do lateral esquerdo Fabinho e do Lateral Parral. Penso que, quando estiverem melhor preparados fisicamente, darão alegrias ao Papão. No Remo, Gian está muito bem, mesmo correndo feito um louco, num time desarrumado taticamente e, me parece bem fisicamente. O Velber é o mesmo de sempre e, o Héliton, como já disse tem muito talento, só está precisando de um bom técnico para ensiná-lo. Samir é imprescindível ao time TITULAR do Remo. Os dois laterais, aparecem muito, com a bola nos pés, mas são fracos taticamente. Fico a imaginar, se numa decisão de turno, o Remo não poder contar com Samir e Velber ou Gian. Isso acontece, com quem quer montar time e não elenco pra disputar um campeonato. Aliás, Gerson, ontem o Caxiado comentou que o Abelardo disse que as contratações estão demorando, porque são criteriosas. Pior que tem bobo que acredita. Vou te contar(diria o Gerson).

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  2. Acho difícil o Harisson vir para Belém. O cara subiu ano passado para a Série A com o Guarani. Deve voltar para o Bugre quando o brasileirão começar e comer o filé. O cara tem mercado já que se trata de um grande nome. Se vier, o time do Paysandu fica forte de verdade.

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  3. Jorge, o Jogador quando está na fase inicial de preparação física, ele mata a bola, olha o jogador pra quem tem que passar essa bola, mas a perna não ajuda, aí ele acaba errando esse passe. Nunca analise se o jogador é bom ou ruim, ele estando mal fisicamente, que vc poderá errar.

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  4. Cláudio, respeito muito sua opinião mas pra mim o Parral é um péssimo jogador. O desempenho técnico de um jogador só é prejudicado por sua má condição física quando o cara cansa. Só se o grande Parral se esgota por subir as escadas do vestiário rumo ao gramado… Hehehehe
    Tem uma entrevista do Mano Menezes em uma PLACAR de 2006 ou 2007 dizendo todo o be-a-bá sobre os laterais. Parral em 360 minutos com a camisa do Paysandu não foi à linha de fundo meia duzia de vezes. Muito pouco. E é desnecessário dizer que não acertou um cruzamento sequer.

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  5. Como técnico, o Cláudio sabe o que diz. Porém, pelo que mostrou domingo, o Parral é o típico lateral “Carro do Lixo”: vai um pouquinho e para…outro pouquinho, outra parada. Irritante!

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  6. O Parral para por falta de preparo. Quanto ao passe,o preparo so vale para atletas em movimento. Para jogadores parados, isso nao acontece. Quer um exemplo? Sandro Goiano, que erra poucos passes mesmo sendo o carimbador do meio campo e em condicao fisica pior que o Parral.

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  7. Mateus, Jorge Paz e Jorge Santos, sem preparo físico, vem também o rítmo de jogo, que passa mais ou menos pelo que o Mateus fala. Vc pode levar nos braços o jogador, sem preparo físico e sem ritmo de jogo, ele fica parecendo que está travado, lento. Atentem pra uma coisa: Futebol profissional, é totalmente diferente.

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  8. Claudio;
    Você como técnico deve saber que, para utilizar um jogador sem condicionamento físico, só se for um “técnico” vesano. E neste caso, se o Barbi está usando um ala, sem condições físicas, cai por terra a tua afirmativa de que, ele, é um bom técnico, inclusive, sendo melhor que o Sinomar.
    É verdade que jogador de futebol fica travado por falta de trabalhos físicos, mas, Claudio, você como técnico, deveria saber que, também, a carga elevada de trabalhos físicos confere ao atleta o travamento do sistema muscular do jogador. E, aqui, se for o caso, a história é a mesma de incompetência do Sr Barbi, já que, ele, é o comandante do barco e tem que conhecer às condições de suas ferramentas. O planejamento de toda e qualquer atividade dos atletas, ele, é o avalista.
    Outra coisa, essa comédia de que, receber a bola, levantar a cabeça e olhar, para depois lançar ou dar o passe, eu discordo, em parte, quem joga na meiúca, sabe que não tem refresco, portanto, é um olho no gato e outro no peixe. Ao receber a bola, o jogador já tem que saber para quem fará o passe ou o lançamento. Pelo menos, era assim que jogávamos pelo time de peladas chamado de Valência, nem sei se existe hoje, e fomos várias vezes campeão do Campeonato de Peladas do Diário do Pará. Afirmo, que muitos profissionais deveriam constatar as audácias de um peladeiro corajoso, partindo para o drible e envolvendo o adversário sem medo de errar. Hoje, os profissionais, são completamente previsíveis, seus marcadores já até sabem para onde o adversário vai conduzir a pelota.

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  9. FALCONI e CLÁUDIO. Não adianta está bem preparado fisicamente se o cara é limitado. Esse Parral só estar jogando no Paissandú, como muitos que ainda nem estreiaram por causa do LOP. Barbiere até agora não me convenceu, portanto o Paissandú como o Remo vive essas circunstâncias por erros do passsado e presente que caiu no abismo da crise financeira.

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  10. César, amigo, um jogador, na pré temporada, ele recebe uma carga de exercícios. A partir daí, ele terá qua fazer vários jogos treinos(por isso, o tempo é indispensável pra uma preparação adequada), para soltar a musculatura, ganhar rítmo de jogo,… . O que acontece, mais precisamente com o Parral, que se fala muito aqui, é que o Treinador(e isso é mais importante) conhece o jogador, só que o Papão não teve tempo de fazer esses jogos treinos, para que o atleta entre em forma, então, para que ele possa contar com ele, tem que fazê-lo jogar, mesmo sabendo que ele vai ter dificuldades no início. Quem já trabalhou com jogadores, tem uma certa facilidade, pela postura do jogador, como se movimenta, como pega na bola…, de saber se aquele jogador pode “dar caldo”, como se diz. Ao contrário do que vc diz, isso é sim visão de um bom técnico, pois sabe o que está fazendo e, é o correto. Como exemplo, a torcida do Papão, lembra muito bem do início do Vandick. Não fosse o “olhos de ver”(agora é moda, mas pelo menos ele tinha de verdade) do Givanildo… . Pela torcida, o mesmo, já teria ido embora. Quanto da sua lembrança dos tempos de como vc jogava no Valência, não tem o que questionar. Vc mostrou como joga um Peladeiro(César Falconi) e eu me referi como deve jogar um Profissional(Jêninson).

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