Bentes leva, no desempate, o bolão do Re-Pa

Dentre quase 100 palpites computados, atestando o amplo sucesso da iniciativa, o DataNogueira tem a elevada honra de informar que o grande vencedor do bolão do Re-Pa foi o baluarte Paulo Bentes, que cravou 1 a 1 (errando nos goleadores, pois apontou Sandro e Samir) na sexta-feira, 5, às 14h36.

O também baluarte Matheus Cunha acertou igualmente o placar de 1 a 1, mas postou seu palpite no sábado, 6, às 13h38. Como o critério de desempate era a postagem mais antiga, Bentes leva os dois prêmios, que podem ser recebidos na terça-feira (9), aqui na Redação do DIÁRIO, a partir das 17h.

Independente bate Tartaruga por 3 a 1

O Independente Tucuruí obteve importante vitória, de virada, na manhã deste domingo, no estádio Baenão, sobre o Ananindeua, por 3 a 1. Cleidir abriu o placar aos 37 minutos do primeiro tempo. Na etapa final, sem Cléberton e Marituba, expulsos, o Ananindeua sofreu a virada em gols marcados em cobranças de falta. Os dois primeiros foram do lateral-direito Lima, aos 2 e aos 14 minutos, e o terceiro foi marcado pelo volante Euller, aos 40 minutos. A renda foi de R$ 860,00 para 240 torcedores, sendo 111 pagantes e 129 credenciados. Demitido ao final da partida, o técnico Luiz Oliveira será substituído interinamente pelo presidente do Ananindeua, Afonso Almeida. (Com informações da Rádio Clube)

Re-Pa da confusão termina empatado

Com o placar definido ainda no primeiro tempo – gols de Moisés, aos 45, e Vélber um minuto depois -, o Re-Pa mais atrapalhado de todos os tempos foi tecnicamente um jogo acima do esperado, com bons momentos dos dois lados e lances eletrizantes até os instantes finais. No primeiro tempo, o Remo esteve mais tempo com a bola e teve ligeira superioridade até a expulsão (corretíssima) do volante Ramon aos 40 minutos.

A partir daí, o Paissandu passou a mandar na partida e pressionou seguidamente, com muito perigo. Até que, em jogada iniciada pelo lado direito de seu ataque, a bola foi lançada por Luciano Dias para o interior da área e Moisés, oportunista e veloz, antecipou-se aos zagueiros e mandou para as redes de Adriano.

Os jogadores do Paissandu se prolongaram nas comemorações do gol de Moisés e custaram a recompor a defesa. Gian deu a saída rapidamente, passou por dois marcadores e tocou para Vélber, que entrou livre para encobrir o goleiro Alexandre Fávaro e empatar a partida. O Remo substituiu Marciano por Marlon para recompor o setor de marcação.

Na sequencia, o Paissandu ainda teria a dupla oportunidade de desempatar, depois que a bola chutada por Moisés explodiu no travessão de Adriano e, no rebote, foi cabeceada novamente na trave pelo atacante Luciano Dias.

Na etapa final, a situação se inverteu: o Paissandu tinha o domínio das ações, tocava a bola quase com liberdade em seu campo, mas não conseguia ser incisivo nos lances de área. O técnico Barbieri, aos 20 minutos, lançou o veterano Zé Augusto no lugar do lateral direito Parral e aumentou seu poderio ofensivo, embora o atacante tenha sido deslocado para jogadas pelos lados do campo. 

O volante Sandro, mais recuado, organizava as jogadas, tentando lançamentos para Brida (que entrou no lugar de Fabinho), que atuava como ala, e Jênison (que substituiu Tácio), pelo lado direito. Confuso e errando muitos passes, Jênison não dava andamento às jogadas e atrapalhava as tentativas de Moisés, que tentava se deslocar constantemente para confundir os zagueiros do Remo e o bloqueio de Danilo, incansável no combate à entrada da área.   

O Remo pressionava esporadicamente, aproveitando o contra-ataque através de lançamentos longos de Gian para Héliton e Vélber. Em um desses lances, Héliton invadiu pela direita e disparou forte, à meia-altura, para boa defesa de Fávaro. O Paissandu deu o troco em grande jogada na entrada da área, finalizada por Zeziel em meia-bicicleta. Adriano espalmou em lance de puro reflexo.

Sinomar Naves fez sua última alteração (o estreante Índio, havia sido substituído ainda no primeiro tempo, por Levy), tirando Gian, cansado, e lançando Samir para ajudar na armação. O Paissandu, porém, continuava mais presente no ataque e perdeu boa chance com Luciano Dias, que mandou a bola rente à trave, aos 41 minutos. Na saída rápida para o ataque, uma boa trama iniciada por Marlon quase resultou em gol remista, após disparo de Héliton da entrada da área.

A igualdade no placar terminou sendo o resultado mais justo para o clássico, pela produção e empenho das duas equipes, mas os bicolores lamentaram as oportunidades não aproveitadas. A renda foi de R$ 530.100,00 para um público pagante de 26.749. O público total foi de 28.574. (Fotos: MARCELO LÉLIS-TARSO SARRAF/Bola)