27 comentários em “Ideia original, frase definitiva

  1. Gerson, eis um ponto que este seu leitor não concorda com você. O legado do CHE, ou seja, Cuba, é tudo menos um exemplo de amor à humanidade, verdade e justiça. Aquilo é uma ditadura. Tão nojenta e desprezível como qualquer outra.

    1. Matheus,
      Respeito sua opinião, mas discordo do julgamento, embora não seja um defensor do que ocorre em Cuba. Quanto ao papel revolucionário do Che, porém, não há dúvida quanto à verdade de suas intenções.

      1. Po Gerson, você torce p/ o Botafogo. Curte o bom e velho rock inglês. Aprecia o bom cinema…
        Portanto, tenho que divergir do comendador de Baião em algo… Hehehehe

  2. De pleno acordo. Engraçado foi a Veja fazer um “dossiê” de Che, colocando-o no patamar de um verdadeiro assassino, tais como Pol Pot e Pinochet, enquanto que figuras desprezíveis pela história, dado suas insignificâncias (como nosso “nobre” salteador José Roberto Arruda), são tratados e abordados de forma tão dócil e conivente… Já diz o ditado: “Leu na Veja? Azar o seu!”

  3. Grande Gerson…vc me fez lembrar o livro Diario de Che, que emprestei alguns meses/anos/dias e até hoje naum devolveram…..rsrsrs…

  4. O próprio Che desaprovou o rumo tomado por Fidel em relação ao pós-revolução. Logo ele percebeu que aquela centralização obsessiva iria tornar a ilha um monstro burocrático e preso na própria estrutura de poder.
    Abriu mão da conveniência confortável e foi em busca de seu verdadeiro ideal de liberdade. Cabra macho!…

  5. Entendo que precisamos antes de tudo sentir o amor, para que possamos assim demonstrar os sentimentos.

    Paz, união, espiritualidade, respeito, amizade ….

    SÓ O AMOR É CAPAZ DE CONSTRUIR ISSO TUDO!.

  6. Marcelo demonstra um “ser sensível” que acredita nos homens e no Amor. Muito bem, demonstre esse seu lado sensível, diga bom dia ao mundo e plante uma flor… Solte esse algo mais que lhe aflora a alma.

  7. Taí uma dúvida que me persegue. Berlli, tomando por base suas reflexões no blog, em qual posição estarias diante da Ditadura em 64?

  8. Gerson, foi bom o mote. Valeram as opiniões, divergentes e sinceras. Fico com o Cezar Falconi. Cuba é uma “coisa” e Chê não tem nada a ver com isso. Como não sou revolucionário, não entendo o justicialismo sumário. Sem falta modestia, lí muito sôbre o Chê, a começar quando clandestinamente aqui chegou o seu famoso Diário.
    Não tenho dúvidas que Chê buscou nos
    seus sonhos revolucionários sua fuga de Cuba. Centralismo Democrático era coisa que Che nem queria saber, mas o PCC queria. Chê teve problemas na Bolivia e teria-os no Brasil. Não esqueçam que “capas pretas”pensavam bem diferente de Chê.l

    1. A intenção foi justamente a de estimular um debate diferente, fora das cercanias boleiras. Acho que discutir ideias é sempre gratificante.

  9. O Che so “esqueceu” de dizer que o maior revolucionario de todos – Jesus Cristo – tambem foi movido a amor, mas nao aos amores que ele citou: amor a Deus acima de tudo e de todos e com todo o seu entendimento e amor ao proximo, como a ele mesmo. Ou seja: cumpriu os dois maiores mandamentos de Deus, que o Che “esqueceu”.

  10. Só o Tavernard para restituir o nível do debate. Rs. Guevara, de fato, precisa ser compreendido em seu contexto histórico, sem endesamentos, santificações ou demonizações. O filme recente que retrata a juventude de Chê, a partir do “Diário” revela muito o Guevara do futuro, notadamente o período em que esteve em contato com as comunidades andinas e na Amazônia peruana. A saída de Guevara de Cuba, após sua renúncia ao Ministério da Economia do Governo Revolucionário, não era somente por diferenças de métodos na aplicação do “Planejamento Soviético” na Ilha, mas uma evidente ressalva ao caminho que o governo socialista estava a tomar com os rumos impostos após a adesão à Kruschev. Penso que, no terreno da especulação, Guevara tomaria o anterior caminho de Trotsky, se continuasse na Ilha: uma dissidência que lhe custaria a vida, provavelmente. É só recordar o caminho tomado pelos dissidentes a posteriori ao longo da Era Fidel-Raul. Esse é um bom debate para quem coloca num mesmo balaio todas as tradições da esquerda. Nem santo, nem demônio. Assim caminha o legado de Chê à esquerda e ao mundo livre.

    1. Penso do mesmo jeito. A ideia de estender a revolução pelas Américas, manifestada desde o começo da caminhada política ao lado de Fidel, disfarçou as resistências de Che ao modelo soviético implantado em Cuba. Apesar da disciplina demonstrada em toda a revolução, Che era um espírito livre, que teria dificuldades em se manter preso ao regime presidido por Fidel.

Deixe uma resposta