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Gerson. Existem coisas que incomodam e por isso não são para todos os ouvidos. Por exemplo. Argentinos e alguns brasileiros não aceitam esta máxima:
“Posso ser um novo DI STEFANO, mas não posso ser um novo PELÉ. Ele é unico. Ele ultrapassou os limite4s da lógica”. Quem escreveu essa lapidar foi batizado com o nome de JOHN CRUYFT
Que os nossos filhos, netos, bisnetos e outros mais, saibam, que o brasileiro nascido Edson Arantes do Nascimento foi imortalizado pelo mundo simplesmente como PELE.
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Quem conhece a Argentina – esteve la – esta cansado de ver os argentinos repetirem que Maradona e Deus. Vivem repetindo, dizendo que e maior que ele. Ele e ele, basta isso, e suficiente, nai ha necessidade de repetirmos que ele e foi e sera o maior. E rei e ponto. Abaixo, os outros. Deus e outra historia, esporte nao e religiao e nao pode ser mencionado e misturado com coisas de seres humanos. Pele nao e Deus, e rei. Maradona, um prototipo do Riva e abaixo de Cruyff e Zico, por exemplo e de Garrincha nem se fala. Se bobear, abaixo de Puskas, Eusebio e Di Stefano. Claro que e so uma opiniao e gosto nao se discute. Tanto que acho Maradona superior a Zidane e a Platini.
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Tenho a tendência de concordar com o nobre Tavernar quanto a imortalização do Pelé, já que um segundo é fraude (impossível).
Porém, quanto a Maradona (esta é minha opinião), depois de Pelé, dentro de campo, ele, o Maradona, não teve adversário. O resto é patriotismo, cada um puxando a sardinha pro seu prato, mas, sem efeito. Quando conseguem, é porque deixam a arte do futebol de lado em favor da politicagem. Infelizmente!
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