Ex-goleiro remista anuncia aposentadoria

Aos 41 anos, o goleiro Clemer, do Internacional, anunciou sua aposentadoria. Na despedida, admitiu que espera continuar trabalhando no clube que o consagrou, embora sem deixar claro que nova função ocuparia no Colorado. Campeão Mundial de Clubes da Fifa em 2006, Clemer é maranhense e foi revelado pelo Remo. Jogou também pelo Goiás, pela Portuguesa e pelo Flamengo.

7 comentários em “Ex-goleiro remista anuncia aposentadoria

  1. Quando aqui chegou Clemer não era ilustre e nem conhecido. Daí eu desprezar o anúncio do curriculo de alguns que aqui chegam em franca
    “descendencia” técnica.

  2. Embora queira ficar em Poa, tai um excelente profissional pra comissao tecnica dos clubes daqui, que, obviamente, nem cogitam em traze-lo.

  3. Por que um excelente profissional pra comissao tecnica dos clubes daqui???

    Como vc sabe disso se ele nunca trabalhou nessa área?

  4. Mentalidade tacanha achar que um profissional que foi campeao do mundo nao pode ser util. Isto porque Clemer jogou em uma das melhores estruturas do Brasil, o Inter. Ele quer ficar por la, porque sabe que e um centro de excelencia. Imagine se um clube daqui resolvesse investir nele como preparador de goleiros da base. Clemer poderia estagiar em qualquer clube do Brasil, mas poderia estagiar no Inter mesmo. Calcule o que que experiencia dele iria servir para os nosos garotos. E essa falta de visao que falta: investimento em RH. Mas querem ganhar o Parazao, ganhar o classico, ganhar o acesso e nao pensam no futuro. Enquanto houver essa mentalidade, aqui o futebol nao cresce.

  5. O Clemer merece. Fou um grande goleiro e só o preconceito regional o tirou da seleção brasileira. Mesmo jogando pelo Flamengo, sempre foi observado com desconfiança pelos técnicos de plantão. Engoliu frangos como qualquer bom goleiro, mas sempre isso foi ressaltado em detrimento de sua excepcional qualidade técnica. O Clube do Remo, o Flamengo e o Inter devem muito a ese goleiro.

  6. Jorge, eu só não quero colocar a carroça à frente dos bois. O fato do cara ter sido um ótimo jogador não quer dizer que será um bom gestor ou professor.

    Ele tem que ter, no mínimo, vocação para esse ofício mega importante que é ensinar, repassar o que sabe, ser paciente, saber falar, ouvir, orientar.

    Se ele não tiver esses predicados, amigo, é melhor ir cantar em outra freguesia, porque o futebol já anda cheio de enchedores de linguiça.

  7. Poderia dizer, Diogo, que o futebol anda cheio de “professores”. Até o Agnaldo era chamado de “professor” pelos jogadores. Como diria o Casoy, é uma merda essa profissão. Os de verdade, são chamados de “tios” e “tias”, os falsos, são chamados de “professores”. Ainda bem que o Dunga não deixa ser chamado assim, nem o Andrade, senão seria a treva. Já pensou o “professor Joel” ensinando inglês ou o “professor Luxemburgo” ensinando ética e etiqueta? Por falar nisso, Gérson, já percebeu que é mais no futebol paulista que inventam essa história de professor técnico?

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