Novo arcebispo vem de Minas

O novo arcebispo metropolitano de Belém é mineiro: o anúncio da nomeação de dom Alberto Taveira Corrêa foi feito nesta quarta-feira, 30, no Vaticano, e divulgado pela Arquidiocese paraense. A Arquidiocese de Belém estava sem titular desde a saída de dom Orani João Tempesta, em abril, quando de sua transferência para o Rio de Janeiro, após ter sido nomeado pelo papa Bento 16 para assumir a Arquidiocese carioca. Dom Alberto, 59 anos, nasceu em Nova Lima (MG), onde fez seus estudos primários. Em Belo Horizonte, cursou filosofia e teologia na PUC. Foi ordenado padre aos 23 anos e, em seguida, foi pároco em sua terra natal de 1973 a 1977. Antes de deixar a paróquia, fez um curso em Roma no Movimento dos Focolares. De 1978 a 1984, foi reitor do seminário provincial Conceição Eucarístico de Jesus, em Belo Horizonte, cidade na qual assumiu diferentes cargos. Em 24 de abril de 1991 foi nomeado bispo auxiliar de Brasília.

Na capital federal, dom Alberto assumiu diversas atividades pastorais. Por mandato da CNBB, foi indicado bispo assistente do movimento carismático. Em 1996, foi nomeado pelo papa João Paulo 2º o primeiro arcebispo de Palmas (TO). Atualmente, ele é vice-presidente do Conselho Administrativo da Fundação Populorum Progressio, presidente do regional da CNBB (Centro-Oeste) e membro da Comissão Episcopal para os Textos Litúrgicos. (Com informações da Ascom/CNBB e Arquidiocese)

4 comentários em “Novo arcebispo vem de Minas

  1. E vai crescendo a influência da Renovação Carismática na Igreja Católica. O Pará, era um dos últimos redutos de resistência dessa influência, apesar do vertigionso crescimento desse setor nas paróquias locais. Dessa vez o Padre Marcelo Róssi vem a Belém. Enquanto a Igreja da finada Teologia da Libertação, cada vez mais se encolhe.

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  2. Como deveremos nominar o nosso novo metropolita? D. Alberto ou D. Taveira. No mundo eclesiastico paraense o título D. Alberto nos lembrará sempre o Gaudencio, conterraneo que já se foi. Questão posta. Com a palavra o povo que acompanha o Cirio.

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  3. Amigo Cássio,
    A escolha é, de fato, preocupante. Mas na linha do papado de Bento 16, que radicaliza o corte conservador de João Paulo II. Entre nós, parece praga: por aqui, consciência e indignação não têm espaço. O povo quer mais ritualização do que prática.

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  4. Eis um grande problema, brilhante Tavernard. D. Alberto, realmente, já foi imortalizado. D. Taveira? Soa mal. Lembra o nome daquele delegado bandidão da novela dos Mutantes. Se fosse um Tavernard, seria melhor. Pelo menos nos levaria a lembrar da boa taverna medieval. De qualquer forma, D. Taveira, torna-se a síntese entre a taverna (vida) e a caveira (morte), reflexos dos novos tempos de transição…

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