Definida classificação para o Parazão

Foram definidos neste domingo os dois últimos classificados para a fase principal do Parazão de 2010. As duas equipes que se garantiram na última rodada  foram Ananindeua e Santa Rosa. Cametá e Independente já estavam classificados. As quatro agremiações se juntarão na fase de elite do campeonato a Paissandu, São Raimundo, Remo e Águia. Os dois rebaixados para a segundinha de 2010 são Bragantino e Vila Rica. O artilheiro da primeira fase foi o atacante Juliano César (Cametá) com 7 gols. 
Última rodada da primeira fase do Parazão 2010: 
Tuna 1 x 0 Independente 
Castanhal 3 x 1 Time Negra 
Ananindeua 3 x 2 Vila Rica 
Sport Belém 0 x 1 Santa Rosa 
Bragantino 1 x 6 Cametá 

Classificação final:
1º Cametá= 21 pontos 
2º Ananindeua= 16 (Vit= 5) 
3º Santa Rosa= 16 (Vit= 4; saldo= 5) 
4º Independente= 15 (Vit= 4; saldo= 4)

 5º Tuna= 14 
 6º Castanhal= 13 
 7º Sport Belém= 10 (Saldo= -2) 
 8º Time Negra= 10 (Saldo= -6) 
 9º Vila Rica= 9 
 10º Bragantino= 2
(Com informações da Rádio Clube)

No Parazão, resultados parciais não ajudam a Águia

O Santa Rosa vai derrotando o Sport Belém por 1 a 0, no campo do Ceju, e o Ananindeua bate o Vila Rica por 2 a 0, em Santa Izabel. No Souza, a Tuna segue empatando em 0 a 0 com o Independente Tucuruí. Essa combinação de resultados garante, por ora, Ananindeua e Santa Rosa na fase principal do Parazão e elimina a Tuna.

Tuna, de novo, soberana nas águas da Guajará

Foi do Paissandu a vitória nesta manhã de domingo nas águas da baía do Guajará, na quinta e última regata do Campeonato Paraense de 2009. A equipe venceu sete das dez provas disputadas, com o restante ficando com a Tuna. Na classificação geral, porém, a Tuna somou 24 primeiros lugares contra 18 dos bicolores (vice-campeões). Este foi o 40º título da “Elite do Norte” na história do remo paraense. (Com informações de Adilson Brasil/Rádio Clube)

Juve cai e preferido de Dunga sai vaiado

Em casa, a Juventus foi derrotada pelo lanterna Catania neste domingo pelo Campeonato Italiano por 2 a 1. Salihamidzic fez para os mandantes e Martinez e Izco marcaram para os visitantes. Um jogador brasileiro foi destaque na partida, mas de forma negativa. Vaiado, o volante Felipe Melo foi substituído do jogo ainda no primeiro tempo. Titular da Seleção Brasileira e um dos eleitos de Dunga, Melo tem sido contestado na Itália e chegou a ser eleito a grande decepção deste ano no Calcio.

O time do sul da Itália saiu na frente no marcador aos 23 minutos do primeiro tempo. O meia português Tiago cometeu pênalti após puxar Sculli dentro da área e Martinez teve que realizar a cobrança duas vezes – o árbitro cancelou o primeiro lance – para abrir o placar. A Vecchia Signora conseguiu o empate aos 20 do segundo tempo, quando o meia bósnio Salihamidzic, que entrou no lugar de Felipe Melo, recebeu lançamento do ex-santista Diego e tocou no meio das pernas de Andújar. No final da partida, aos 41, contudo, Izco recebeu bola na entrada da área, avançou com liberdade e tocou na saída do reversa de Buffon, Manninger.

Coluna: Nas mãos do goleiro

Zico deu, há duas semanas, uma interessante entrevista à “Folha de S. Paulo”, na qual questiona o alegado favoritismo do Brasil para a disputa da Copa de 2010 na África do Sul. O técnico do Olympiakos prevê sérias dificuldades para a Seleção no torneio. Para arrematar, fez uma observação curiosa (e pertinente) sobre o time de Dunga.
Para o Galinho, parece no mínimo preocupante que a Seleção seja tão dependente de um goleiro. Segundo ele, a excepcional fase de Júlio César, que vem se prolongando desde 2008, não só ajudou o Brasil a superar inúmeros obstáculos durante as eliminatórias sul-americanas como também a mascarar imperfeições de ordem tática e de posicionamento em campo.
Apesar dos elogios ao goleiro da Inter de Milão, cria do Flamengo, Zico enxerga na fragilidade do sistema de marcação um dos pontos cegos que podem comprometer os sonhos brasileiros na Copa sul-africana. Não disse, mas deixou no ar que os adversários certamente estão atentos a esses detalhes – como estavam em 2006, quando o mundo inteiro dava o Brasil como pule de dez para a conquista do hexa.
Lembra, ainda, que goleiros da Seleção costumam fazer por jogo uma ou duas grandes defesas, pois os adversários pouco ameaçam. Na era Dunga, não tem sido assim. Virou rotina ver Júlio César se desdobrando, tendo que fazer até cinco intervenções de extrema dificuldade (algumas milagrosas) contra times medianos, como Equador, Colômbia, Chile e até a Bolívia (como foi visto no empate em 0 a 0, no Engenhão). 
Descontada a conhecida rusga entre Dunga e Zico, que cultivam visões antagônicas sobre a importância do chamado futebol-espetáculo, com ênfase na comparação entre as seleções de 82 e 94, a análise do Galinho é digna de respeito e deve ser recebida como contribuição valiosa. Até porque talvez ainda dê tempo de corrigir as vulnerabilidades do escrete.
 
 
A Tuna, que já amargou a ausência na fase principal do campeonato estadual deste ano, está em vias de ficar novamente de fora em 2001. Precisa vencer o Independente, uma das melhores equipes do torneio e ainda torcer por tropeços de Ananindeua ou Santa Rosa. De repente, é até mais provável acontecer a combinação favorável de resultados do que a Tuna passar pelo time de Tucuruí.
 
 
O renascimento de jogadores veteranos, encabeçado por Petkovic no Flamento, criou um fenômeno curioso no mercado da bola. Encheu de entusiasmo muita gente que já andava de pijamas e pantufas. Roberto Carlos está voltando ao futebol brasileiro, Marcelinho exige espaço no Corinthians, Marcelinho Paraíba é anunciado como grande reforço no São Paulo e até Cafu já se assanha para voltar aos gramados.
Diante disso, o Remo demonstra estar rigorosamente na moda ao dar chances aos rodados meias Gian e Vélber. 

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO deste domingo, 20)