Posição dos paraenses no Ranking da CBF

A Diretoria de Competições da CBF divulgou nesta sexta-feira o ranking atualizado de clubes e federações. O Clube do Remo, melhor paraense colocado do ranking, caiu uma posição, da 26ª para a 27ª posição, com 852 pontos, sendo superado pelo Juventude (RS), com 865 pontos.
O Paissandu permaneceu na 31ª colocação com 655 pontos. A Tuna caiu três posições saindo da 50ª para a 53ª posição com 357 pontos. 

Das equipe paraenses que melhoraram posições no ranking da CBF o destaque principal é o São Raimundo (campeão brasileiro da Série D), que subiu de 335º para 208º. Outro que subiu no ranking foi o Águia que saiu da posição 183ª para a 180ª. 

Confira todas as posições dos clubes paraenses no ranking atualizado da CBF: 
27º Remo= 852 pontos 
31º Paissandu= 655 
53º Tuna= 357 
180º Águia= 21 
194º Ananindeua= 16 
208º São Raimundo= 11 
218º Izabelense= 11 
225º Abaeté= 9 
239º Santa Rosa= 6 
268º Castanhal= 3 
269º São Francisco= 3 
291º Sport Belém= 2 
343º Bragantino= 1 
343º Tiradentes= 1 
343º Vênus= 1

(Com informações da Rádio Clube e site da CBF)

Sai a tabela da Copa do Brasil

A Diretoria de Competições da CBF divulgou nesta sexta-feira a Tabela da Copa do Brasil 2010. O Estado contará com a participação de três clubes na competição: Passandu, S. Raimundo e Clube do Remo. O Papão e o Pantera participarão como campeão e vice respectivamente do último campeonato paraense. Já o Remo participará como um dos melhores do ranking atualizado da CBF.

O Paissandu estreará fora de casa, no dia 10/02 (quarta-feira), contra o Potyguar de Currais Novos (RN) e o jogo de volta será no dia 24/02, na Curuzu. Em caso de classificação, a equipe alviceleste pegará o classificado do confronto entre Palmeiras e Flamengo (PI). 

O S. Raimundo jogará a primeira partida em casa, no dia 10/02, contra o Botafogo, no estádio Barbalhão e o jogo de volta vai acontecer no dia 24/02, no Engenhão, no Rio de Janeiro. Em caso de classificação, o Pantera irá enfrentar na próxima fase o ganhador do confronto entre Santa Cruz e América (AM). 

O Remo estreia no dia 24/02 contra o São Mateus (ES), no estádio Semamby. O jogo de volta será no dia 10/03, no Baenão. Se passar pelo São Mateus, o Leão enfrentará o vencedor do confronto entre Santos e Naviraiense (MS). (Com informações da Rádio Clube)

Tribuna do torcedor

Por Adauto Santos, engenheiro civil (adautosz@gmail.com
 
Gostaria de manifestar meus comentários a sua pessoa, que considero uma das poucas pessoas lúcidas como comentarista esportivo de nosso Estado, a respeito de tudo o que tem se passado em nossa Belém desde a apresentação da proposta da “troca” do Baenão pela Arena do Leão. (…) Sinceramente, Gerson, precisamos de mais profissionalismo em nossa imprensa esportiva. Em todo os setores produtivos existe o que chamamos de “Renovação”, e isto já está mas do que atrasado no jornalismo esportivo de nossos meios de comunicaçãos. Vamos dar oportunidade para gente nova que está aparecendo por ai, cheio de ideias novas e conhecimentos atualizados.
Também colocar que a imprensa deve ter papel importante na divulgação de declarações de colaboradores do Remo e não publicar comentários de sentido pejorativo e de que nada agregam valores a análise da proposta, apenas com único intuito de tumultuar e não levar de forma séria um questão de tão importância ao futuro do clube. Como exemplo, a matéria de hoje no Bola das declarações de um ultrapassado conselheiro, Israel Vasconcelos.
É preciso que a diretoria do Remo, firme compromisso com a sociedade de que o assunto será tratado com a maior transparência e profissionalismo que o assunto merece. Lembro que este tipo de empreendimento já está sendo seguido por vários clubes deste pais e é a melhor opção de planejamento a longo prazo.
Comento também sobre sua coluna de hoje, 11/12, no Bola. Me permita discordar de alguns de seus comentários: o projeto da Arena do Leão não pode ser considerado para sanar todas as dívidas do Remo e sim ser colocado como uma das ações planejadas, como também a do sócio torcedor, que terão que ser implantadas no planejamento do Clube. Não podemos nos agarrar a uma unica saída e sim a um gama de projetos futuros e ambiciosos.
Quanto à aquisição do terreno, deixemos as partes envolvidas, Clube do Remo e construtora tratarem do assunto, assim evitaremos especulações desnecessárias que só fazem prejudicar ao andamento do projeto. Acredito que as partes, principalmente a construtora, deve ter bastante conhecimento do assunto, já que a aquisição do terreno faz parte da proposta no que se refere a valores financeiros.
A entrega do Baenão com 50% da capacidade de público na Arena, temos que ver que a construtora precisa também ter fôlego financeiro para cumprir sua parte. O prazo deve ser tratado com um cronograma físico x financero que o empreendimento merece. É preciso eliminarmos engenheiros de última hora.
No caso do patrocínio acredito que o valor apresentado é o que o clube já recebe de outros patrocinadores, veja que não é exclusividade. Permita-me mais uma vez discordar das palavras empregadas por você: temerária e obscura. O processo apenas começou, os detalhes deverão ser tratados a partir de agora, bem como as negociações sempre de forma coerente, planejada e serena como é a proposta feita por uma das mais sérias e competentes empresas do ramo de construção em nosso Estado.
Gostaria por último lhe pedir, ao formador de opinião que você representa a sociedade deste Estado, que sempre procure manter o assunto da Arena do Leão de forma mais profissional possível, como sempre o faz, e solicitar aos profissionais da imprensa de sua empresa o mesmo.

Meia são-paulino faz aplique nos cabelos

De férias na cidade de Bauru, no interior de São Paulo, onde moram os seus pais, o meia são-paulino Richarlyson aproveitou para dar uma customizada no visual. Fez um aplique no cabelo e adotou madeixas mais longas. “Agora estou de novo visual. Fiz isso para elevar a autoestima e para ajudar os meus companheiros a ganhar os títulos necessários na próxima temporada”,  explicou. Em Bauru, ao lado do irmão Alecsandro, atacante do Internacional, ele irá jogar uma partida beneficente no próximo dia 20. Será a estréia do new look em campo. “Estou me sentindo bem com o novo cabelo. E a minha mãe também gostou”. Dona Maria, mãe do são-paulino, assina embaixo a mudança. “A gente só quer ver os filhos felizes. Se ele está bem, eu também fico feliz”.

Depois, depois…

Palmeiras mantém Muricy, Vasco contrata Mancini

Vai mudar a relação entre o Palmeiras, a empresa Traffic e Muricy Ramalho. Dono da parceira palmeirense, o empresário J. Hawilla assegura que é favorável à permanência do técnico no Palestra Itália, mas quer diminuir os poderes do treinador. “O técnico não pode ser o dono da cocada preta, o único que vai decidir o destino da nação palmeirense. É um clube que tem ativos investidos, um elenco caríssimo, são 16 milhões de torcedores. Não se pode entregar tudo na mão de uma só pessoa”, opinou J.Hawilla, em entrevista à Rádio Record nesta sexta-feira.

Adepta do esquema profissional adotado na Europa, a Traffic acredita que o Palmeiras pode ser adequar a um estilo de trabalho mais moderno. É contraditório: nos clubes europeus, os técnicos funcionam também como gerentes de futebol, responsabilizando-se pelas contratações e tendo a última palavra até quanto aos salários pagos aos jogadores.

Depois que a torcida rechaçou a contratação de Antonio Carlos, o Vasco anunciou nesta sexta-feira Vagner Mancini (ex-Santos, Grêmio e Vitória) como seu treinador para 2010. Antes mesmo dele chegar, o clube já fez uma série de contratações: Leo Gago, ex-Figueirense, e Márcio Careca (Barueri) são os nomes mais conhecidos. Nos outros clubes, a situação é a seguinte. O Santos confirmou Dorival Junior, o Atlético-MG dá pulos de alegria com Vanderlei Luxemburgo, o Botafogo renovou com Estevam Soares e o Fluminense – se não fizer bobagem – deve acertar com Cuca até a próxima semana. (Com informações da Gazeta Esportiva, Folhaonline e ESPN)

Coluna: No terreno da ficção

A reunião que a diretoria do Remo convocou para quarta-feira, a fim de apresentar a tão aguardada proposta de compra do estádio Evandro Almeida, confirmou a impressão geral de que o negócio tem pontos obscuros demais e expôs uma constatação surpreendente: a de que o montante de dinheiro oferecido pela praça de esportes não é suficiente para zerar a dívida oficial do clube.
Trata-se de cálculo matemático primário. O presidente Amaro Klautau reafirmou nesta semana (em entrevista à Rádio Clube, inclusive) que a dívida total do Remo é de aproximadamente R$ 15 milhões. Estranhamente, os representantes do consórcio Agra-Leal Moreira foram claros em dizer aos conselheiros que entregarão R$ 14 milhões pelo Baenão – com um adendo de R$ 4 milhões posteriormente.
É justo neste ponto que a coisa se complica. Caberá ao clube destinar parte dos R$ 14 milhões para pagar pelo terreno que abrigará a futura Arena do Leão. Pela cotação atual, não encontrará terreno suficientemente grande para o complexo esportivo (três campos de futebol) por menos de R$ 5 milhões – isto sem levar em conta o ágio decorrente da notícia de que o Remo está com dinheiro em caixa.
Com os R$ 5 milhões restantes, como se vê, a dívida do clube – única justificativa para o negócio – não poderá ser extinta. Além disso, o tal bônus (patrocínio de R$ 1,2 milhão por dois anos ou R$ 50 mil mensais) que o Remo teria com a transação é inferior aos valores repassados hoje por Unimed Belém e Banpará – R$ 60 mil mensais cada.  
Perplexa, a platéia de conselheiros, beneméritos e alguns penetras, que acompanhou a exposição de Hilbert Nascimento e do arquiteto Herlon Oliveira, ficou sabendo de um item até então desconhecido: o futuro estádio não ficará pronto no prazo de dois anos, como prometia até então o presidente AK. Primeiro, será construída (e entregue) uma banda, com 12.500 lugares nas arquibancadas.
A metade da obra dará direito ao consórcio de se apossar do Evandro Almeida, erguendo um conjunto de prédios residenciais e de escritório. Com os lucros do empreendimento será, então, custeada a construção da outra banda da Arena, sem prazo definido para entrega.
 
 
Escritórios de consultoria ligados a beneméritos do clube já avaliam a viabilidade do negócio. De maneira geral, há a convicção de que a transação é obscura e temerária. A diretoria, por seu turno, aposta em duas hipóteses: se fechar o negócio, sairá apregoando que o clube ingressa numa “nova era”; se o Condel rejeitar a proposta, usará politicamente o fato alegando que foi impedida de “salvar o Remo”.
Ao mesmo tempo, surge uma revelação desconcertante: advogados ligados ao clube garantem que a tal dívida oficial de R$ 15 milhões é peça de ficção. O passivo trabalhista gira em torno de R$ 3 milhões. A pendência fiscal deve ser transformada em bônus superior a R$ 3,5 milhões. E o débito com o IPTU simplesmente não existe porque o Remo mantém a prática de cinco esportes olímpicos, como reza a lei.    

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta sexta-feira, 11)

Supremo mantém censura ao Estadão

Do Comunique-se

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter a decisão que proíbe o jornal O Estado de S.Paulo de publicar informações sobre a Operação Boi Barrica, que investiga o empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). O STF não acatou o pedido de liminar movido pelo jornal, baseado no fim da Lei de Imprensa, que não admite a censura prévia. O Supremo extinguiu o processo por seis votos a três. A votação aconteceu nesta quinta-feira (10/12). Contra o pedido de liminar do Estadão, votaram os ministros Gilmar Mendes, Cezar Peluso, Eros Grau, Ellen Gracie, Ricardo Lewandowski e Jose Dias Toffoli. A favor do deferimento do jornal, votaram Carlos Ayres Britto, Celso Mello e Carmen Lúcia.

Toda forma de censura é danosa à prática jornalística. O mais preocupante é que a decisão do STF golpeia um dos mais poderosos jornais do país. Fico imaginando como não seria contra os menos poderosos.

STJD tira as esperanças da Portuguesa

A polêmica que envolveu Portuguesa e Guarani no caso do jogador Bruno Cazarine, que de acordo com a acusação dos rubro-verdes teria sido usado irregularmente pelo Bugre, pois já tinha sido inscrito por três clubes na temporada, o STJD tomou uma posição definitiva: o caso será arquivado. A informação foi confirmada por Paulo Schmidt, procurador geral do tribunal. Portanto, não há possibilidade de a Lusa conseguir a vaga na primeira divisão, como se havia cogitado anteriormente. (Da ESPN)