Dines analisa “estrago” do fim do diploma

O jornalista Alberto Dines, que acaba de relançar o livro “O papel do jornal e a profissão de jornalista”, classifica o atual momento como um dos mais críticos da imprensa nacional e estrangeira. “É um dos mais críticos da imprensa mundial como um todo, porque ela está perdida, e da imprensa brasileira em particular (…). O empresariado não quer nenhuma regulação, mas ela é necessária, assim como acontece em outros países”, afirma.

Em sua obra, o jornalista retoma a discussão sobre a profissão e o diploma. Para ele, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que extinguiu a obrigatoriedade de diploma específico para exercer a profissão, foi um equívoco, um “estrago”, como define em um dos adendos do livro.

Sobre os Projetos de Emenda à Constituição (PECs) 386/09 e 33/09, que prevêem a exigência de graduação em jornalismo, Dines não sabe se os projetos podem ser sancionados, por causa da decisão em caráter definitivo do STF.

O livro de Dines, publicado pela Summus, está na 9ª edição. Em 1985, a publicação trouxe o tema “fim do diploma”, e agora retoma esses e outros debates, como a Lei de Imprensa. “O livro é um flagrante dos flagrantes”, define o jornalista, que há 35 anos acompanha, através da obra, os principais acontecimentos da imprensa e da profissão.

Nesta segunda-feira (07/12) e na quarta-feira (09/12), Dines realiza palestras no Rio de Janeiro e em São Paulo, na Livraria da Travessa, no Leblon, e na Livraria da Vila. (Do Comunique-se)

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