Um GP caidaço

Por Fábio Seixas

Cubro o GP Brasil, todo ano, desde 1997.

E não tenho dúvidas de que esta é a edição mais caída em que já trabalhei. Pouquíssima gente nas arquibancadas, trânsito zero para chegar ao autódromo.

É, também, o primeiro GP Brasil em Interlagos com apenas um brasileiro. Em 1978, a etapa brasileira da F-1 também teve só um representante do país, Emerson, de Copersucar, mas foi em Jacarepaguá.

Coincidência? Acho que não. Depois da explosão de emoção que foi a corrida de 2008, o público esperava mais. A ausência de Massa pesou. E Barrichello não empolga muita gente.  

4 comentários em “Um GP caidaço

  1. Ainda bem que existem outros órgãos de imprensa para relatar estes acontecimentos. Se dependesse da Globo, estaríamos achando que o evento é um sucesso, tamanha a importância que a emissora dá à corrida.

    Será que a inacreditável pole-position de Barrichello não é uma armação para aumentar a venda de ingressos? O carnaval que a emissora vai fazer no JN não será fácil: “Rubinho é Pole!”

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