Olimpíada 2016: Chicago lidera apostas

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Da ESPN

A um dia da definição da sede dos Jogos Olímpicos de 2016, Chicago continua como a candidata mais bem cotada segundo as casas de apostas britânicas. Nesta quinta-feira, a maioria delas aponta a cidade norte-americana como favorita, à frente de Rio de Janeiro, Tóquio e Madri.

Segundo uma das empresas mais conhecidas do ramo, a William Hill, a vantagem de Chicago em relação ao Rio de Janeiro não é grande. Para cada dólar apostado nos norte-americanos, a casa paga U$ 1,62, sendo que esse número sobe para U$ 2,75 no caso dos brasileiros. Madri (1 para 11) e Tóquio (1 para 13) aparecem bem atrás e deveriam, nesse contexto, serem eliminados precocemente na eleição desta sexta-feira em Copenhague.

De qualquer forma, o teórico favoritismo não representa uma garantia, conforme aponta o próprio porta-voz da agência em questão, Graham Sharpe. “Não esqueça que Paris era favorita para bater Londres da última vez”, afirmou, lembrando que em 2005 os membros do COI (Comitê Olímpico Internacional) concederam à ‘zebra’ britânica o direito de organizar as Olimpíadas de 2012.

Em relação à última votação, parece um consenso que a campanha realizada de última hora pelo primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Tony Blay, tenha sido decisiva para a derrota da capital francesa. Não é à toa, portanto, que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, confirmou na última segunda que viajará à Dinamarca. Além dele, o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, o Rei da Espanha, Juan Carlos, e o premiê do Japão, Yukio Hatoyama – que acaba de ser eleito -, também acompanharão a cerimônia decisiva.

3 comentários em “Olimpíada 2016: Chicago lidera apostas

  1. Bem, pelo menos no Pará, ninguém se assusta com essas surpresas ou favoritismos.
    Se é que por lá não existe o nefasto RTx.

  2. De repente o Rio tornou-se o favorito para sediar as Olimpíadas. Está me lembrando a estória de Belém favorita diante de Manaus, lembram?

    Mais uma vez a imprensa brasileira cai na esparrela. Abertamente puxa o saco do governo e dos patrocinadores, torce descaradamente e aponta para um inacreditável favoritismo. Onde o Rio é favorito diante de Madrid, Tóquio e Chicago? Todos sabem que a cidade é inferior aos seus três concorrentes em qualquer que seja o critério de escolha.

    Para a Copa de 2014, o Brasil não teve concorrentes. A famigerada FIFA simplesmente determinou arbitrariamente que a Copa seria aqui e pronto. No Pan-americano, foi semelhante. Houve uma “concorrência”, contra cidades inexpressivas ou que não queriam realmente sediar o evento, apenas ficar na mídia.

    Para onde se olha, é a mesma coisa. Clima de vitória certa forjado nos gabinetes. E a massa estúpida das ruas põe-se a repetir o que ouve na mídia. Novamente fica provado como a unanimidade é burra e que a burrice nacional não tem mesmo limites.

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