Barrichello: Massa foi o “conselheiro”

Rubens Barrichello assegurou que foi seu compatriota Felipe Massa quem lhe explicou como ganhar o Grande Prêmio da Europa, no circuito de Valência, em entrevista publicada nesta terça-feira pelo jornal italiano “La Gazzetta dello Sport”. “Antes de Valência tinha ido a sua casa (de Felipe Massa) e ele me explicou como enfrentar essa pista que ele dominou no ano passado. E ganhei”, revelou o piloto da Brawn. O brasileiro brincou dizendo que, para preparar a próxima corrida, que será disputada em Cingapura no dia 27 de setembro, irá dormir “todas as noites” na casa de Massa.

Incrível, é uma potoca a cada instante. Se Barrichello fosse rápido nas pistas como é com as palavras, já teria sido campeão várias vezes. Ô sujeito tagarela.

4 comentários em “Barrichello: Massa foi o “conselheiro”

  1. Não sei quem é o autor de uma frase sobre Caetano Veloso. É mais ou menos assim: “Quando acorda de noite e vai tomar água, ao abrir a geladeira e a luz se acende, começa a falar pensando que é entrevista.”
    Se aplica ao Vasilha Barrichello. O cara não perde uma chance de abrir o bocão. Se for campeão (não vai ser) ninguém aguenta.

    1. Matheus,
      Olha, pela luta do Barrica, pelas inúmeras decepções e o inegável esforço, até gostaria de vê-lo campeão. Mas, admito, será duro aguentar a figura e as presepadas que poderá aprontar em parceria com Galvão e quejandos. Barrica não tem o chamado simancol (esse papo de se dizer vítima do Schumacher é simplesmente patético, sem amparo na realidade). E eu não tenho mais estômago para tanta babaquice. Deve ser a idade.

      1. Gerson,
        Eu deixei de ser torcedor do Barrichelo há anos, e o motivo foi a fraca personalidade, dele, nos momentos cruciais de sua carreira, em nome do jogo de equipe que, a bem da verdade foi em prol de um trapaceiro mais conhecido dentro da F1 naquele momento. Mas, é no mínimo incoerência, afirmar que este brasileiro não tem condições de ser campeão. O universo da F1 é o mais amordaçado que tenho conhecimento, logo, tudo o que ele ventila no ar hoje, ele através de um contrato miserável do ponto de vista do livre argumento era silenciado. A liberdade faz bem, o pessoal da imprensa que o diga.

      2. Cezar,
        Não há nem o que dizer quanto aos sagrados valores da liberdade. Critico a verborragia de Barrichello pela desnecessidade, pelo excesso e a mania de tentar ser simpático a todo instante, o que nem sempre condiz com a verdade. Perde excelentes oportunidades de permanecer silente – o que é também, em alguns casos, sinal de sabedoria.

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