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As baixarias do chefão da Renault

A F-1, tão rica e poderosa, não foge à regra dos expedientes rasteiros e anti-éticos, próprios de esportes menos badalados. Envolta em escândalo de alta combustão, com a revelação de uma armação nas pistas (teria sido a única?), ainda é sacudida pelos termos chulos do chefão da Renault, Flavio Briatore, investindo covardemente contra a honra de um jovem piloto, já fora de combate pela própria natureza da tramóia que levou a cabo.

Figuras como o dirigente italiano são comuns a qualquer rinha de galo ou mesa de baralho. O dinheiro que esbanjam não é suficiente para operar a transformação de caráter, embora, muitas vezes, consiga funcionar como maquiagem.

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