24 comentários em “Capa do Bola, edição de domingo, 16

  1. Nada mais controverso do que a manchete e a figura ao lado, com cara de “Aonde eu fui me meter? O que é que eu faço meu Deus?”.

  2. É verdade, Diogo, a cara do “estrategista” tá mesmo de lascar. E os braços cruzados, então? Retrata bem a falta de entusiamo do time que ele comanda. Mas, pode ser também pose típica de “estudioso”, não é Gerson?

    Só estranho tanto otimismo de uma imprensa que até bem pouco tempo atrás dizia que esse time não tinha condições de subir para a Série B, mesmo quando ganhava seus jogos em casa.

    Agora que a equipe bicolor só faz empatar, inclusive dentro de casa com o apoio da torcida, de repente, todos começam a acreditar na classificação.

    Como diria o Dalto: muito estranho…

    1. Sandra,
      O DIÁRIO, e o Bola, jamais afirmou que o time não tinha condições de subir. Pelo contrário. O que mais fazemos é apregoar essa possibilidade, mesmo diante de dúvidas imensas.

  3. É muito bom saber que a Torcida conseguiu ver o que a Imprensa fez com o Paysandu. Pessoas como Diogo, Sandra Luz, Marcelo Maciel e outros tantos, que aqui nesse Blog demonstraram sua insatisfação com a saída do Técnico anterior, conseguem perceber que a Imprensa Paraense( penso eu que é uma das melhores para promover eventos esportivos, e com isso fazer com que os torcedores da terra prestigiem tais eventos, principalmente o Futebol, ponto, e final), sinceramente, ultimamente, só está servindo para atrapalhar os principais clubes do nosso estado(Remo e Paysandu). Emitindo opiniões, sem conhecimento. Será que na Imprensa quem analisa os Árbitros, fez, para conhecimento, um curso de Arbitragem, até para estar abalizado e, com isso, fazer com que seus ouvintes fossem melhor informados? Será que a Imprensa fez algum Curso de Futebol com Treinadores Renomados, para entender de Técnica e Tática de jogo, para esclarecer melhor seus Ouvintes? Desculpem, só estou me reportando ao Rádio, mas serve para TV e Jornal. Tem muita gente da Imprensa, dando pitaco, sem conhecer do que está falando. Fala de Planejamento no Futebol, sem saber do mesmo. Se ouve falar de 3-5-2, 4-4-2, 3-6-1, como se ouve de um Torcedor, ou seja não se entende nada, mas não são “PROFISSIONAIS”? quer ver só? olhe um exemplo: COLUNA DO CLÁUDIO GUIMARÃES DE 11/08/09, 2 DIAS ÁPÓS O EMPATE COM O ICASA: JOGO NO VALE DO CARIRI SERÁ´ÀS 18:30 O QUE SE TORNA FAVORÁVEL AO PAYSANDU, MUITO MAL FISICAMENTE DESDE A NEFASTA PASSAGEM DE CLÁUDIO CAFÉ PELA CURUZU, SITUAÇÃO QUE MAURICIO MATOS AINDA NÃO CONSEGUIU REEQUILIBRAR. (agora pasmem). QUE TAL EVITAR APARELHOS DE ACADEMIA ESTA SEMANA? Ele é professor de Educação Física? Resumindo: A Imprensa quer entender de tudo, sem conhecer ou tentar aprender de tudo e, não percebe que com isso, acaba atrapalhando. Desculpem, mas é a minha opinião.

    1. Cláudio,
      Acho que a sua pinimba é com a imprensa esportiva paraense, que considero uma das mais competentes do país – e engajada em favor do nosso futebol. Desculpe, mas quanto à molambenta situação física do time do Paissandu não precisa ser doutor em Educação Física, meu caro. Tenha santa paciência. Os caras do Icasa voavam em campo no segundo tempo e a turma daqui pregada, não conseguia um pique. E você acha que o Cláudio Guimarães está sendo injusto e equivocado ao apontar isso? Pelo amor de Deus, vamos baixar a bola. Quando você se refere ao Cláudio, tenha mais respeito. Trata-se de um profissional com 40 anos de carreira, um sujeito sério e de conduta inatacável. E quanto ao seu conselho para que a imprensa tome aulas com os “fessores” técnicos, ditos renomados, esbarra no problema de origem: quem são esses renomados técnicos de notório saber? Vi, na Copa da Alemanha, um dos mais conceituados treinadores brasileiros, C. A. Parreira, ser suplantado pela simplicidade do jogo francês, que se baseava no manjadíssimo conceito dos triângulos, glorificado no mundo inteiro pelo Chicago Bulls de Michael Jordan e Phil Jackson. Por isso, lhe digo: futebol é coisa simples, é uma das mais puras manifestações populares, daí seu estrondoso sucesso entre nós. Não complique o que é tão simples. Não precisamos de doutores, de canudo em punho, Cláudio, precisamos de competências efetivas nas mais diversas áreas – incluindo o jornalismo, sim. Mas não atribua somente à imprensa esportiva tantas mazelas do nosso futebol, pois é uma visão primária e superficial das coisas. Quando faz isso, aliás, você apenas repete a mesma lenga-lenga de pilantras como Raimundo Ribeiro, que precisavam apontar culpados para suas falhas e patifarias. Não repita esse mesmo discurso, até porque ele não lhe cai bem. Vamos discutir futebol, mas sem ódio, mágoa ou fúria sanguinária. Não esqueça: o futebol é apenas um jogo e foi criado para divertir e unir pessoas, jamais para afastar ou desagregar.

  4. Gerson, fiquei surpreso com o que vc escreveu, acima. Em nenhum momento faltei com respeito com o C. Guimarães( que leio sua coluna todos os dias), até pela educação que recebí. Todos nós sabemos que o Paysandu está mal Fisicamente, mas o Foco da minha crítica ao Cláudio, está na última frase, que vc nem comentou. Parreira, só é conceituado lá fora, mas aqui no Brasil não. Quanto a Pinimba com a Imprensa, percebí, só agora, que a Imprensa não está preparada pra receber Críticas, mesmo que sejam Construtivas, uma pena. Desculpe.

    1. Caro Cláudio,
      Compreendo sua irritação e discordância em relação à imprensa esportiva local, mas não poderia deixar de falar sobre um profissional que conheço de perto. Você questionou o fato do C. Guimarães não ter conhecimento acadêmico para comentar sobre o estado físico do time do Paissandu… Não concordo com isso, por isso manifestei meu ponto de vista. Lamento se passou a ideia de uma reação raivosa ou intempestiva. De maneira alguma pretendi isso. Aceito a crítica – inclusive aos meios de comunicação, aos radialistas e jornalistas, como eu – por entender que todos erramos, em algum momento, mesmo que a intenção não seja essa. Noto que parcela da torcida do Paissandu atribui à imprensa esportiva, e particularmente ao grupo RBA, uma orquestração para derrubar o ex-técnico. Não posso deixar de responder a isso, mostrando exatamente o que acho do problema. Como mediador do espaço, acho que tenho a obrigação de me expressar diante de situações do tipo. De todo modo, desculpe-me sinceramente se fui além da conta, se entrei de sola ou apelei para o carrinho. Acredito que não fiz isso, mas se passei essa ideia quero me desculpar perante todos os que aqui entram diariamente. Não é da minha natureza ser grosseiro ou intolerante, tenho apenas a mania de responder e argumentar. Prometo ficar bem mais atento a partir de agora.

  5. Entendi o que o Cláudio quis dizer. Apesar de anos de estrada de muitos, há que ter reciclagem, afinal, não se faz mais futebol como antigamente. Hoje, há diversos profissionais especializados para acompanhar o desempenho físico e clínico dos atletas e para dar explicações sobre esses assuntos. Não sou eu, leiga no tema, nem o cronista, que vamos dizer quando os atletas devem ir para a academia ou quando devam fazer menos esforço. Lembro que há bem pouco tempo atrás, quando era dada folga para os atletas para poupar-lhes a musculatura, era um Deus nos acuda. Muitos leigos da imprensa correram para bradar que era um absurdo e tudo mais, quando todos sabemos que descanso também faz parte da preparação física. Penso que cada macaco no seu galho. Tem área que não dá para ficar só no achismo. Para dizer o que tá certo ou errado, tem que ter maiores conhecimentos. As áreas médicas, de preparação físicas e jurídicas são bons exemplos disso. Agora, realmente você Gerson sempre manifestou seu otimismo na classificação do time, não quero ser injusta. Mas me referia a outros representantes da crônica esportiva que eram pessimistas e agora estão crentes na subida do clube, mesmo vendo o fraco desempenho do time jogo após jogo.

    1. Sandra,
      Concordo quanto à necessidade de um verniz técnico e acadêmico para discorrer sobre preparação física, mas o cronista esportivo não pode se omitir, nem refugar opinião. O que o Cláudio Guimarães fez foi exatamente isso. A meu ver, acertou em cheio, pois o time do Paissandu demonstra visivelmente problemas de condicionamento físico. E, olhe, CG é um sujeito sério, preocupado com o futebol do Pará, criterioso e apaixonado pelas nossas coisas. Além, obviamente, de um senhor narrador de futebol, um dos melhores que já vi.

  6. estou surpreso em encontrar um espaço tão democratico como este, por deixar que o torcedor opine sobre qualquer que seja sua opinião, parabêns pela postura, principalmente ao Gerson Nogueira que considero o melhor comentarista do estado, por mostrar não apenas palavras mais sim reflexões importantes, mas que assim como todo mundo também comete erros e um deles é a de teimosamente nunca querer admitir que a saida de Edson Gaúcho causou prejuísos ao paysandu. Por outro lado sei que no fundo o Gerson sabe disso, mas não quer admitir porque tem que defender a opinião que favorece a midia e aos cronistas de seu meio de trabalho já que o ex-tecnico era conflituoso fora das quatro linhas mas extremamente sagaz nas quatro linhas. O outro erro do Gerson é demorar em perceber a fragilidade do Walter Lima como tecnico do paysandu, não notando como o mesmo tem orientado seus jogadores a se defender muito mais do que atacar, diferentemente do ano passado em que Gerson analisava muito bem a retranca de Dario Lourenço que tanto nos prejudicou. Ai Gerson eu venho tentando entender porque vc fazia criticas ao Dario Lourenço e não faz ao Walter Lima que inclusive pretende jogar este domingo com três volantes. minhas hipoteses são: Você pode estar tentando defender o Walter por ele ser paraense; tentando amenizar as críticas para não prejudicar o paysandu na reta final; tentando apoiar ao maximo o tecnico Walter para fazer a torcida esquecer que o ex-tecnico fez falta pois este diferente do Walter sempre foi mais ofensivo. Entretanto novamente parabenizo vc por este espaço democratico, que nunca tivemos no setor esportivo do Pará, pois basta lembrar que antes para que as opiniões fossem publicadas antes tinha que passar por uma seleção e neste caso muitas opiniões eram apagadas, eu mesmo já mandei mensagens em epocas atrás que nunca foram mostradas, pois eram críticas a midia e se hoje estas opiniões são mostradas é por que evoluimos na democracia embora ainda falte bastente para chegarmos ao seu estado ideal em outros meios de comunicação.

    1. Caro Cleitonlc,
      O blog só se justifica se houver livre aceitação das ideias, mesmo as que forem francamente divergentes das minhas. Não sou o dono da verdade, nem jamais tive essa pretensão. Quanto ao EG, tão comentado aqui desde sua saída, até posso admitir que fez um trabalho bom no Parazão, mas estou convencido de que não se planejou para a Série C, seu maior erro. Confundiu a garapa do Estadual com o torneio nacional e acabou metendo os pés pelas mãos. A ideia de blindar o grupo, sem admitir novas contratações, posição que esboçou publicamente, foi o coroamento desse equívoco. Quanto ao Valtinho, pode realmente não ser a melhor opção, mas acho que o presidente agiu certo ao fazer a escolha. Foi coerente com o bom trabalho (a meu ver, superior ao do EG) do VL no campeonato paraense. Não vejo termo de comparação entre VL e Dario Lourenço, sinceramente. Dario tinha jogadores sob sua guarda, gente que trouxe do Rio. E encasquetou com o Fabrício, justamente o melhor jogador do Paissandu naquele momento. Valtinho não cometeu nenhuma sandice desse nível, apesar de erros (apontados por mim) na condução do time nos jogos contra Luverdense e Icasa. Entendo que EG foi superestimado pela torcida em função do título estadual e isso é até natural pelos dois anos de jejum, mas não deixa de ser um triste reflexo da nossa decadência: ficamos menos exigentes, aceitamos qualquer coisa como se fosse a quinta maravilha do planeta. Há tanta pressa na avaliação do antigo técnico que poucos lembram o campeonato facílimo, mamão com açúcar, que ele disputou. Só não ganharia por absoluta incompetência – mas Sinomar também venceria, Samuel idem, Charles idem, Lucena idem e o próprio Valtinho, se estivessem no comando do Paissandu, que não teve adversários na competição. Mas essas são as minhas opiniões e, obviamente, posso estar errado – se estiver, darei a mão a palmatória. Acho que é um dever de todo analista ter humildade e abrir a discussão com os leitores e internautas. A troca civilizada de ideias enriquece o debate e, mais uma vez, agradeço a todos que aqui comparecem diariamente para dar seus palpites, criticar e acompanhar o pensamento alheio.

  7. Caro Gerson, não sei por que alguns torcedores do PSC choram tanto pelo E. Gaúcho. Hoje, assistindo uma entrevista do Valter Lima no Na Grande Área, este fez uma sublime análise do time bicolor.

    Valter destacou a instabilidade do time bicolor, chamando a atenção para jogos as seguintes situações, vejamos, perdeu para o fraquíssimo time remista (2×1), deixou o mesmo fraquíssimo time empatar com um jogador a menos depois de estar ganhando de 2×0. Empatou com a Tartaruga, levndo um baita sufoco no final, levou um tremendo sufoco depois de estar ganhando do S. Raimundo de 2×0 em Santarém. Correu sério risco na final do primeiro turno quando no segundo jogo o S. Raimundo fez 3×1 (4×1 iria para pênalti).

    Por fim, Valter falou sobre como o PSC subestimou a serie C ao ganhar do S. Raimundo no primeiro jogo por 6×1, aquela goleada mostrou um PSC acima da média e auto-suficiente.

    A verdade é que precisavamos de um lateral direito, um meia armador, um zagueiro e um atacante de referência (Zé Carlos é muito limitado), quem o PSC contratou?

    Ao contrário, perdeu peças importantes (por diferentes razões) como Reinaldo, Rosine (?) e o próprio Alexssandro.

    Tirando isso, continuo a acreditar num resultado positivo amanhã, pois o Icasa não mostrou poder de penetração na curuzu e o jogo são de times que se nivelam.

    Quanto a estratégia, pelo menos eu (isso é uma opinião) concordo com Valter, pois um time ofensivo não necessariamente é cheio de atacantes, pelo contrário, o que torna um time ofensivo é sua capacidade de deslocamento em bloco quando vai ao ataque. Basta lembrar que o time da libertadores jogava no 4-5-1, Vélber e Iarley eram meias com capacidade aproximação no ataque.

    Abraço e VAMOS SUBIR PAPÃO!

  8. Gerson,
    É engraçado, como tem gente que não gosta da imprensa, mas não perde um comentário, não deixa de ler as colunas esportivas, até parece dirigente quando é criticado. Outra coisa, esse time atual do PSC, mesmo ganhando o título paraense, nunca encheu os olhos, como bem disse o Carlos acima, e o cara vem dizer que não precisa de reforços. Realmente nem sei se Valtinho é o treinador ideal para o PSC, mas o maiores culpados por essa campanha são o Luiz Omar e Edson Gaúcho(principalmente esse, que disse que esse plantel subiria para a série B com os pés nas costa). Vê se param de chorar viúvas.
    Devia ter curso para torcedor e/ou secador também não acha Gerson????

  9. Se DEUS quiser amanhã todas as “porcinas” do EG sumirão deste blog … Papão agora é da Segunda Divisão!

  10. Sem comentários, o Torcedor que sabe como tudo funciona no futebol, não é bobo e não acredita nessas coisas, é isso que me deixa tranquilo. vc tem que trabalhar sempre com a maioria, porque unanimidade vc nunca vai ter e, essa maioria concorda comigo. Um abraço Gerson, ao mesmo tempo que fiquei surpreso com o que vc escreveu, não pude deixar de rir muito com o título: “A BATALHA DE BUJARU”, se tá de brincadeira. ahahah

    1. Cláudio,
      Sei não se a maioria está realmente com você, mas respeito a opinião, embora isso não altere minhas convicções. Brincadeiras à parte, quanto ao encarniçado duelo em Bujaru foi mesmo uma batalha pelo que relatou o Caxiado na Clube. E o S. Joaquim andou sufocando no final, apesar de ter lançado o Robgol pra fazer número (e campanha) em campo.

  11. Coluna do Abner Luiz de hoje, 16/08/2009 -Com o episódio essa semana entre o Luiz Omar e o Ruy Guimarães, ficou certo que nós cronistas podemos mandar dirigente se reciclar e o dirigente não pode fazer o mesmo.

    1. Cláudio,
      Essa é a opinião (e conclusão) do Abner. Eu não penso assim. Todos somos imperfeitos, portanto precisamos nos atualizar e aprender sempre.

  12. Ainda nessa Coluna:
    Causa própria
    Válter Lima diz que não ouve rádio, não lê jornal e nem vê TV durante essa sua estadia no Paysandu – e assim fez quando esteve no Remo. Mas disse a mim(Abner) que certos emails questionando o seu trabalho e sentindo saudades do Gaúcho vêm lá do Sul do país. E eu que pensei que Belém pertencia a região Norte.

    1. Cláudio,
      Ao contrário do Abner, nunca conversei em particular com o Valtinho, não sou amigo e nem inimigo. Mantenho o chamado distanciamento crítico, com respeito, independência e isenção. O mesmo ocorria em relação ao Gaúcho. Prefiro trabalhar assim.

  13. Já disse e repito: independente do que acontecer hoje, esse treinador tem que sumir da Curuzu. Não se esqueçam da premiação que está sendo prometida aos jogadores e é por ela que muitos vão suar a camisa e não pela “tática” do VL. Você tem razão, Gerson, ficamos nós aqui sentido saudades do Gaúcho é muito pouco para a hitória do Paysandu. Mas também, quem mandou trazer VL para o lugar dele? Só podemos sentir saudade mesmo!

    1. É, Diogo. Cada cabeça uma sentença. Mas acho que o momento não é de detonar o Valtinho, mas torcer pela vitória. Questão de foco.

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