Parreira não perde aquela banca de arrogância que tanto nos custou caro em 2006 na Alemanha.
Ao analisar o sufoco do Fluminense para passar pelo apenas esforçado Goiás, ontem, o técnico insiste na tese maluca de que os adversários se fecham contra seus times.
Nada mais equivocado.
O Goiás não tomou conhecimento do Tricolor, levou um gol e não se intimidou. Empatou e quase virou o placar.
Como ocorreu diante do Águia, o Fluminense não passou, mas não convenceu.
Duvido que supere o Corinthians de Ronaldo, a invencível armada mosqueteira – e nem estou falando dos pênaltis e facilidades que a arbitragem normalmente concede ao Timão.
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